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Greve

Servidores dos Correios param em protesto por condições de trabalho

28 Abr 2016 - 06h00
Concentração pela manhã de sindicalistas dos Correios, em frente à base operacional da empresa, no centro da Capital. - Crédito: Foto: DivulgaçãoConcentração pela manhã de sindicalistas dos Correios, em frente à base operacional da empresa, no centro da Capital. - Crédito: Foto: Divulgação
Em adesão ao movimento nacional proposto pela categoria, os trabalhadores dos Correios realizaram nesta quarta-feira (27), uma paralisação durante todo o dia, a primeira, pela manhã, em frente ao Centro Operacional da empresa, na esquina da Rua Barão do Rio Branco com a Avenida Ernesto Geisel e a segunda, no início da tarde, em frente ao prédio da estatal, na Avenida Calógeras, esquina com Rua Dom Aquino.


O movimento foi realizado, segundo a presidente do Sindicato dos Trabalhadores dos Correios de Mato Grosso do Sul (Sintect-MS), Elaine Regina Oliveira, em defesa dos direitos trabalhistas dos funcionários da empresa, por melhores condições de trabalho e contra a privatização da estatal.


Pela manhã, mesmo com o frio que atingiu a cidade, a diretoria do sindicato não se desmotivou e afixou várias faixas na grade que cerca o centro operacional da Capital, anunciando a greve, cobrando soluções para o equacionamento do fundo Postalis, dos trabalhadores e denunciando falhas em sistemas como o Banco Postal, na falta de segurança e de metas irreais e também reivindicando seis horas de trabalho por dia.


Segundo Elaine Oliveira, a paralisação nacional é um movimento de advertência à direção da empresa e ao governo federal com a reivindicação de melhores condições de trabalho, contra o fechamento de agências e a cobrança da melhoria no plano de saúde e uma solução para a crise no fundo de pensão "fruto de má gestão e somos contra qualquer projeto de privatização dos Correios", afirmou a presidente. Ela também confirmou que outros municípios do Estado também aderiram à paralisação.


Ela também explicou que, entre as reivindicações dos trabalhadores constam também a realização de concurso público para suprir falta de funcionários no atendimento das agências e nos centros de distribuição.


"Os Correios, em MS e em todo pais, enfrentam esse problema que afeta inclusive os clientes por conta do atraso na entrega de correspondências e encomendas. Mas queremos que os usuários dos Correios entendam que os trabalhadores estão sobrecarregados e é humanamente impossível atender a demanda com o atual quadro defasado de funcionários tanto na capital quanto no interior. A empresa precisa tomar uma providência e realizar contratações", esclarece Elaine Regina.

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