Dourados – MS domingo, 13 de junho de 2021
Dourados
24º max
10º min
Arte

Primeira Temporada de Exposições 2016 do Marco começa amanhã

02 Abr 2016 - 06h00
“Ondulações”, é uma proposição de imagens estáticas e em movimento. - Crédito: Foto: Divulgação“Ondulações”, é uma proposição de imagens estáticas e em movimento. - Crédito: Foto: Divulgação
O Museu de Arte Contemporânea (Marco), em Campo Grande abre amanhã às 19h30, a 1ª Temporada de Exposições 2016.


O público poderá conferir até o dia 12 de junho, quatro mostras: "Coleção Veloso: Duas Faces da Produção Artística de Pernambuco" de (Recife/PE); "Opus – Sanus Per Aquam, Pinturas" de Fabíola Racy (São Paulo); "Acervo" – Gravuras do Marco (Campo Grande) e "Ondulações" – fotografias de Luciana Ohira e Sergio Bonilha (Campo Grande).


A exposição, "Coleção Veloso: Duas faces da Produção Artística de Pernambuco", traz ao Marco, 17 obras, entre elas pinturas, esculturas e gravuras, da coleção particular de Paulo de Tarso Veloso, que tem como foco principal a produção artística do Estado de Pernambuco. Paulo de Tarso Veloso, empresário pernambucano, iniciou sua coleção há 40 anos e, no ano de 2015, dedicou-se a torná-la acessível ao público. A exposição propõe uma exploração temática entre o sagrado e o profano nas obras de consagrados artistas pernambucanos com destaque para Vicente do Rego Monteiro, Francisco Brennand, Gilvan Samico e Gil Vicente.


A mostra, "Opus – Sanus per Aquam", (do latim, "Obra – A Saúde Pela Água") da artista paulistana Fabíola Racy conta com 27 pinturas executadas com bastão a óleo em papel vegetal que remontam seus arquivos de imagens de livros, revistas jornais e fotos da Internet, entre elas, resquícios de represas vazias em que a artista as compara, observa, captando os detalhes entre o cheio e o vazio dessas paisagens com pequenos focos em determinados pontos. A artista, portanto, coleta fotografias com paisagens variadas para depois, na escolha de detalhes, iniciar as suas criações pictóricas.


"Acervo – Gravuras do Marco" reúnem xilogravuras, litografias, serigrafias e gravuras em metal de artistas consagrados do nosso estado que, por intermédio de traços largos, linhas finas, manchas e gradação de tonalidades, formam tramas gráficas que compõem o repertório pessoal do gravador. Já "Ondulações", dos artistas Luciana Ohira e Sergio Bonilha é uma proposição de imagens estáticas e em movimento geradas a partir da repetição do método descrito em 1980 pelo cientista Klauss Schreiber, pesquisador de TCI, transcomunicação instrumental, ou seja, a possibilidade de se obter imagens de outras dimensões e de se comunicar com outras formas de existência através de ondas eletromagnéticas. Consiste em oito imagens estáticas obtidas por simples seleção de frames do vídeo gerado conforme o método do cientista em questão e impressas em papel de algodão com pigmentos minerais.

Serviço


A primeira temporada estará aberta à visitação de terça a sexta das 7h30 às 17h30. Sábado, domingo e feriado das 14h às 18h. Para informações e agendamento com escolas para a realização de visitas mediadas com as arte educadoras do Programa Educativo, ligar no telefone (67) 3326-7449.


O Museu de Arte Contemporânea fica na Rua Antônio Maria Coelho, nº 6.000, no Parque das Nações Indígenas.

Deixe seu Comentário

Leia Também

Cresce abuso de crianças do sexo masculino em MS
Bebês e Crianças

Cresce abuso de crianças do sexo masculino em MS

17/05/2021 15:39
Cresce abuso de crianças do sexo masculino em MS
Últimas Notícias