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01.04.2011 - Empréstimo Fajuto

01 Abr 2011 - 05h05
01.04.2011 - Empréstimo Fajuto -

#####Empréstimo Fajuto
O escândalo dos empréstimos consignados, aquele onde determinado vereador nomeava assessor com salário elevado e fazia empréstimo consignado (com desconto em folha) em nome do laranja, está prestes a ganhar novos capítulos em Dourados. Uma das vítimas acaba de entregar gravações de áudio ao Ministério Público comprovando o esquema frau-dulento, já que o dinheiro público estava sendo usado para pagar o empréstimo que ia para o bolso do próprio vereador, ou seja, a grana já saia lavada. Um desses laranjas caiu em desgraça, uma vez que, demitido da Câmara Municipal, ficou sem condições de pagar as parcelas do consignado e agora terá a casa onde mora levada a leilão para cobrir a dívida com o banco. Vai vendo...


#####Iluminação
Paulo Amendola Filho enviou o seguinte e-mail à coluna: me solidarizo com o leitor Paulo José de Souza quando de-nuncia o desperdício de energia elétrica em nossa cidade. Entendo que, como nas grandes cidades de outros Estados, o sistema de iluminação de vias públicas poderia alternar postes após uma determinada hora da noite.

#####Iluminação 2
Segue Paulo Amendola Filho: quando morei em São Paulo, voltava da faculdade e por volta das 23h30 observava que as luminárias eram alternadas entre acesa e apagada. Agora, o que não entendo é como alguns locais fundamentais de nossa cidade, como o prolongamento da Marcelino Pires, passam noites numa verdadeira penumbra.

#####Iluminação 3
Finaliza o leitor: quem chegava em Dourados na noite da última quarta-feira, por volta das 23h, dava de cara com a escuridão porque as lâmpadas de todos os postes do prolongamento da Marcelino estavam apagadas. Até mesmo a lom-bada eletrônica existente naquele trecho, que limita a velocidade em 40km/h, estava com as luzes de alerta apagadas nos dois sentidos.

#####Saúde Pública
O médico Luiz Machado, um dos principais generalistas e especialista em saúde da família em Dourados, enviou o seguinte e-mail à coluna: gostaria de fazer um comentário em relação a nota “Saúde Investigada”, publicada neste espa-ço. Dourados é sede da macrorregião, composta por 33 municípios.

#####Saúde Pública 2
Segue o médico: Dourados atende os municípios dessa macro, através da Programação de Pactuação Integrada (PPI), pois nem todos os municípios tem condições de atender os seus usuários, principalmente na média e alta complexidade. Essa pactuação é realizada anualmente entre os gestores de saúde dos municípios.

#####Saúde Pública 3
Explica Luiz Machado: o recurso do SUS vem para esses atendimentos. É pouco? É! Mas o usuário não pode ser pe-nalizado por isso. Não importa o município em que ele reside, o que importa é o direito ao atendimento. Não tem como assumir compromisso que não possa ser cumprido.

#####Saúde Pública 4
Finaliza Luiz Machado: de repente uma solução seria oferecer condições para esses municípios, através dos seus pre-feitos, passem a investir na vida e principalmente reconhecer que o dinheiro arrecadado deveria retornar em benefícios para aqueles que pagam os impostos. Quem sabe um dia teremos uma saúde digna para todos.

#####Desabafo
O leitor Paulo José de Souza faz o seguinte desabafo: por que será que existe o político corrupto? Por que será que um candidato a prefeito de Dourados, se quiser ser eleito tem de desembolsar uns R$ 7 milhões? Quer saber a resposta? É muito simples: enquanto houverem eleitores que vendem seus votos, haverá quem os compre.

#####Desabafo 2
Segue o leitor: se cada eleitor fizer sua parte, não vendendo seu voto e denunciando quem tenta compra-lo, teremos governantes sérios e comprometidos com o bem comum e respeito a coisa pública. O candidato que compra voto, está investindo em seu negócio e se eleito for retirará dos cofres públicos o dinheiro que investiu e quem paga a conta somos todos nós.

#####Desabafo 3
Finaliza Paulo José de Souza: o comércio de voto é livre em Dourados. Quando realizava fiscalização eleitoral, ao passar por determinado bairro, várias pessoas que estavam em frente a suas casas abanavam a mão segurando o Título Eleitoral e gritavam “oi tio, tô vendendo meu voto por cinquentão. Logo concluímos que se não houver quem venda o voto, não haverá quem os compre.

####Ardidas
 O leitor Marco Antonio Nogueira enviou e-mail à coluna com o seguinte teor: quero registrar minha insatisfação com a forma como cuidam da nossa cidade. Com empenho em arrecadar, com tantas lombadas eletrônicas, rotati-vos e pardais, Dourados tinha que ter as ruas cobertas de ouro e as sarjetas cravejadas de brilhantes, e não na situ-ação como está. O que se arrecada dava para fazer isto e ainda sobrava para fazer as creches funcionar.

 Leitor enviou e-mail com o seguinte teor: um passarinho revelou que alguém levantou a lebre e constatou que a malha asfáltica que está sendo feita por uma empreiteira além de ser de má qualidade, não obedece a espessura constante do projeto, ou seja, está superfaturado. Será que isso é verdade?

 Continua o leitor: ouvi dizer também que alguns países importam açúcar do Brasil para se adicionado ao asfalto para lhe dar mais consistência e durabilidade. Porque essa técnica não é adotada pelo Brasil? Será por medo que fique bom mesmo e não necessite de recapeamento ou tapa buraco e os administradores e as empresas que os fa-zem deixarão me morder a bolada?

 Finaliza o leitor: os vereadores bem que eles poderiam ir a campo e exercerem realmente o papel de fiscais do Po-der Executivo. Ouvir a população e ver de perto suas necessidades e anseios. Cadê o vereador de Dourados que você elegeu? Gostaria de vê-los nos bairros, percorrendo as ruas esburacadas e ver a má qualidade do asfalto e fiscalizar para que as novas malhas

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