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Grande Dourados terá brita por 130 anos

18 Jan 2016 - 07h00
Mais nova e moderna pedreira de Mato Grosso do Sul entra em operação com o compromisso de atender a demanda da região com o que existe de melhor no setor. - Crédito: Foto: DivulgaçãoMais nova e moderna pedreira de Mato Grosso do Sul entra em operação com o compromisso de atender a demanda da região com o que existe de melhor no setor. - Crédito: Foto: Divulgação
Garantir brita de basalto e outras nove derivações de pedras pelos próximos 130 anos, atender a demanda com uma pedreira que tem alta capacidade de produção e contribuir com o desenvolvimento de Mato Grosso do Sul. Com esses desafios em mente, os empresários Marcel Tozzi Junqueira e Fábio Tozzi Junqueira colocaram em operação a Pedreira Esteio, equipada com a melhor tecnologia existente hoje no mercado através da Metso Minerals, líder mundial em equipamentos para mineração e especializada em processos de produção com alta eficiência energética.


Instalada na Fazenda Esteio, município de Itaporã, que pertence à família Tozzi Junqueira há mais de meio século, a Pedreira Esteio fica localizada na região da Picadinha, a quatro quilômetros da Rodovia MS-162. “Sempre tivemos uma área com basalto, onde uma laje de pedra ficava aparente e o restante era coberto por pastagem”, conta Fábio Tozzi. “Certo dia, precisamos de pedra brita e não encontramos no mercado e isso chamou nossa atenção para a possibilidade de explorar nossa pedreira”, completa.


O primeiro passo foi contratar um estudo geológico para analisar a qualidade do basalto existente na Fazenda Esteio. “Foi muito motivador quando o laudo técnico apontou que a pedra era de excelente qualidade e poderia ser comercializada”, revela Marcel Tozzi. “Um estudo geológico mais aprofundado revelou que a lavra poderia garantir a produção de brita por 130 anos”, comenta.


A família Tozzi Junqueira então decidiu levar a proposta adiante. Contratou os profissionais mais renomados do mercado para elaborar o projeto executivo. Desenhou-se então uma pedreira moderna, com alta capacidade produtiva e que atende todas as normas exigidas por lei, garantindo a sustentabilidade sócio-ambiental do empreendimento.


Isso feito, começaram os preparativos para instalação da Pedreira Esteio. “Nesse primeiro momento investimos R$ 12 milhões no projeto que gerou cerca de 100 empregos diretos na implantação”, explica Fábio Tozzi. “Agora, com a Pedreira Esteio em atividade, serão 30 empregos diretos, já que quase todo processo de produção é automatizado”, completa o empresário. A maior parte dos empregos atende moradores da região da própria Picadinha, além de profissionais de Itaporã que já têm know-how na área de mineração.


A Pedreira Esteio está preparada para atender o mercado consumidor com o que existe de melhor quando o assunto é qualidade das pedras de basalto. Ensaios laboratoriais e análises químicas das pedras revelaram que as britas atendem as diferentes exigências do mercado e podem ser utilizadas como matéria-prima em todas as etapas da construção civil e pavimentação, desde pequenas obras, para concreto, asfalto e até os grandes projetos de infraestrutura de transporte.

Alta produção


A mais recente pedreira de MS inicia sua operação produzindo todos os tipos de agregados para o mercado. Tudo começa na extração do basalto na mina, com a perfuração do topo da jazida onde são inseridos explosivos que, com a detonação, fazem as rochas se desprenderem da mina. Essa pedras grandes são chamadas de “Marroadas” e usadas em grandes contenções ou aterros. Essas rochas, muitas do tamanho de um baú, são transportadas por caminhões até o britador primário. Aqui, as pedras são quebradas e ficam com tamanho de uma mão aberta, são os “rachões” que são utilizados em bases e aterros de áreas baixas úmidas.


Na sequência, são transportadas por correias até a pilha-pulmão. A partir desse depósito, levadas novamente por correias, as pedras são trituradas por uma sequência de britadores e classificadas por peneiras. Elas são separadas de acordo com seu tamanho com base nas medidas comerciais do basalto. Daqui saem as conhecidas brita 0, brita 1, brita 2, pedrisco e pó de pedra. Traz também uma novidade, a produção do BGS (bica graduada simples) diretamente na peneira de graduação, o que garante homogeneidade da mistura. A BGS é uma mistura de pedras britadas para uso em base de pavimentação asfáltica.


A explosão da jazida é conduzida por uma empresa particular, composta por profissionais altamente treinados e qualificados para atender todos os requisitos de qualidade e segurança. “Optamos por terceirizar as detonações para evitar a instalação de paiol na pedreira, o que poderia acarretar um risco tanto de roubos quanto para a segurança dos trabalhadores”, finaliza Fábio Tozzi.

Serviço:


Pedreira Esteio, Rodovia MS 162 (Dourados Itahum), Km 15 –, telefone (67) 3427-1515 / 9887-9050 – www.pedreiraesteio.com.br

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