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Primeiras impressões: Toyota RAV4 4X2

14 Fev 2011 - 13h10
Toyota RAV4 com tração dianteira é a aposta da marca para aumentar as vendas entre proprietários urbanos - Crédito: Foto: Milene Rios/G1Toyota RAV4 com tração dianteira é a aposta da marca para aumentar as vendas entre proprietários urbanos - Crédito: Foto: Milene Rios/G1
Um Toyota RAV4 parece um veículo ideal para viajar. Então foi o que fizemos. Depois de optarmos pela versão 4X2, escolhemos como destino o Rio de Janeiro e partimos de São Paulo rumo à Rodovia Presidente Dutra para 804 km (ida e volta) de vias asfaltadas, que dispensaram as habilidades off-road do modelo 4X4.

Aliás, boa parte dos proprietários do RAV4 utiliza o veículo apenas em trechos urbanos, por isso a fabricante japonesa estreou em novembro no Brasil a configuração avaliada pelo G1, que foi apresentada no Salão do Automóvel de São Paulo como integrante da linha 2011 do SUV.

Com preço inicial de R$ 92.500, uma diferença de R$ 14.300 para o modelo com tração integral (R$ 106.800), a Toyota estimava no lançamento que a novidade respondesse logo de cara por 75% do mix e triplicasse o número de emplacamentos de 2.000 por ano para cerca de 6.000, uma média de 500 unidades por mês. Em janeiro, de acordo com a fabricante, foram vendidas 300 unidades, sendo 215 da versão com tração apenas na dianteira.

O preço também colocou o RAV4 mais próximo do Honda CR-V, do Chevrolet Captiva e do Dodge Journey, mas com uma “grande” diferença: o espaço que ele oferece para os passageiros. Principalmente quem viajou no banco de trás não poupou elogios e expressões de surpresa como “Nossa!”, “Absurdo!”, “Olha as minhas pernas”, “Estou praticamente deitado”, entre outras.

#####Motor potente, câmbio ultrapassado
O modelo também arranca sorrisos de quem está ao volante graças ao fôlego do motor DOHC de 2,4 litros VVT-i, de quatro cilindros e 16 válvulas, capaz de gerar 170 cavalos de potência a 6.000 rpm com torque máximo de 22,8 kgfm a 4.000 rpm. Mas, por vezes, o já ultrapassado câmbio automático de quatro velocidades diminuía a empolgação, com respostas aquém da vontade do propulsor.

A estabilidade em curvas, o silêncio na câbine - primor da marca japonesa - e o bom sistema de som de quatro alto-falantes, com entrada auxiliar, USB e comandos no volante, alivia a viagem de quase cinco horas. Se não quiser parar, não precisa, pois há porta-objetos suficientes para colocar garrafas de água, armazenar alimentos e ainda sobra lugar para os aparelhos eletrônicos, como celulares e tocadores de MP3.

Durante o percurso, sob o calor médio de 38ºC, sentimos falta de revestimento em couro dos assentos. De série, o 4X2 traz coluna da direção regulável em altura e profundidade, ajuste de altura para o banco do motorista, piloto automático, ar-condicionado digital de duas zonas, retrovisores externos com repetidores de seta integrados, faróis de neblina e rodas de liga-leve aro 17.

Já na cidade de destino percebemos também a ausência do sistema de travamento automático das portas - equipamento de série até em alguns modelos polulares - e sensor de estacionamento traseiro, que não consta nem na lista de opcionais. Como o estepe fica na tampa do porta-malas, ter noção do tamanho do veículo leva tempo e estacionar pode dar muito trabalho, ainda mais com as raras e apertadas vagas das ruas de grandes cidades. Mas as falhas ficam pequenas perto da satisfação de todos os passageiros.

(G1)

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