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Arte

Exposições da 1ª Temporada no Marco

30 Mai 2016 - 06h00
Trabalhos à mostra durante a 1ª Temporada de Exposições do Museu de Arte Contemporânea de Mato Grosso do Sul - Crédito: Foto: DivulgaçãoTrabalhos à mostra durante a 1ª Temporada de Exposições do Museu de Arte Contemporânea de Mato Grosso do Sul - Crédito: Foto: Divulgação
Quem aprecia artes visuais, ou tem interesse em conhecer um pouco do universo da criação artística nacional e regional, tem até o dia 16 de junho para visitar as obras da 1ª Temporada de Exposições do Museu de Arte Contemporânea de Mato Grosso do Sul (Marco), que apresenta as mostras "Ondulações", com fotografias de Luciana Ohira e Sérgio Bonilha, de Campo Grande; "Opus-Sanus Per Aquam", com pinturas de Fabíola Racy, de São Paulo; Coleção Veloso, com produções artísticas de Recife (PE) e "Acervo", de gravuras do próprio Museu.


Como a busca pela água, que marcou seu estado nos últimos dois anos, a paulistana Fabíola Racy apresenta telas com rios em leitos convergentes e grandes lagos, para mostrar a importância da preservação da produção aqüífera natural do mundo. Imprimindo a suas pinturas cores vibrantes, a artista demonstra a preocupação para com a manutenção de mananciais e reservatórios que contribuem para a preservação da vida.


Os campo-grandenses Luciana Ohira e Sérgio Bonilha, na mostra "Ondulações", apresentam uma variedade de fotografias que remete à obtenção de imagens por meio de outras dimensões, por meio de ondas eletromagnéticas, obtidas conforme o método da repetição de movimentos, criado pelo cientista Klauss Schreiber. As imagens estáticas foram impressas em papel de algodão com pigmentos minerais, oferecendo ao espectador a impressão de uma imagem de dimensões inéditas.


A mostra "Acervo – Gravuras do Marco" reúnem xilogravuras, litografias, serigrafias e gravuras em metal de artistas consagrados de Mato Grosso do Sul que, por intermédio de traços largos, linhas finas, manchas e gradação de tonalidades, formam tramas gráficas que compõem o repertório pessoal do gravador. O professor Rafael Maldonado, do curso de Artes Visuais da Universidade Federal do MS (UFMS), afirma que a linguagem da gravura é uma poética que atravessa o tempo.


Na mostra "Coleção Veloso: Duas Faces da Produção Artística de Pernambuco", o Marco apresenta 17 obras, entre pinturas, esculturas e gravuras, da coleção particular de Paulo de Tarso Veloso, que tem como foco principal a produção artística do Estado de Pernambuco.


Veloso, que esteve presente na abertura da 1ª temporada, iniciou sua coleção há 40 anos e, desde o ano passado dedicou-se a torná-la acessível ao público. A exposição propõe uma exploração temática entre o sagrado e o profano nas obras de consagrados artistas pernambucanos com destaque para Vicente do Rego Monteiro, Francisco Brennand, Gilvan Samico e Gil Vicente.

Serviço


A primeira temporada está aberta à visitação de terça a sexta das 7h30 às 17h30. Sábado, domingo e feriado das 14h às 18h. A mostra vai até dia 16 de junho. Outras informações e agendamento com escolas para a realização de visitas mediadas com as arte educadoras do Programa Educativo, no telefone (67) 3326-7449. O Museu de Arte Contemporânea fica na Rua Antônio Maria Coelho, nº 6000, no Parque das Nações Indígenas.

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