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Prefeitura pode dispensar licitação para tapa-buraco

31 Jan 2011 - 23h30
Prefeitura pode dispensar licitação para tapa-buraco - Crédito: Foto: Hédio Fazan Crédito: Foto: Hédio Fazan


DOURADOS - O procurador-geral do Município de Dourados, Sérgio Henrique Pereira Martins de Araújo, anunciou ontem que a prefeitura poderá recorrer a uma “decisão enérgica” e “não muito simpática” para o poder público, que é a dispensa de licitação para contratar uma empresa em caráter emergencial para os trabalhos de tapa-buracos em Dourados.

“Se tivermos que recorrer a esse sistema, vamos escolher a empresa que apresentar o menor preço, até que se conclua o processo licitatório. Não é possível mais esperar, pois as pessoas estão correndo risco de morte trafegando pelas ruas da cidade, completamente esburacadas e piorando ainda mais por causa das constantes chuvas”, afirmou o procurador.


São sete empresas que participam do processo licitatório. No dia 17 deste mês, durante a sessão para escolha da vencedora, quatro empresas entraram com recurso, adiando a finalização da licitação. O primeiro prazo do recurso esgota nesta quarta-feira, quando os envelopes das empresas participantes serão abertos. O procurador adiantou que será escolhida a empresa que oferecer o menor preço.

Caso as empresas venham novamente a impugnar o processo de licitação, já que existe esse direito por lei, a prefeitura poderá contratar em caráter emergencial a que estiver oferecendo o menor preço, até que o processo de licitação possa ser concluído.

Caso a prefeitura não recorra a essa decisão, a conclusão do processo de licitação será novamente prorrogada, atrasando ainda mais o início das obras de tapa-buraco na cidade.

Sérgio Henrique adiantou que, se necessária, essa contratação emergencial será feita com transparência e dentro da total legalidade, conforme determinou a prefeita Delia Razuk. “Não é possível mais esperar. A situação das ruas está calamitosa, precisamos buscar uma saída imediata e sem qualquer prejuízo ao município e à população”, afirmou o procurador-geral.

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