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Prefeitura faz pesquisa para mapear infestação do mosquito

06 Jan 2016 - 09h33
Agente de saúde da prefeitura percorre bairros para detectar focos. - Crédito: Foto: DivulgaçãoAgente de saúde da prefeitura percorre bairros para detectar focos. - Crédito: Foto: Divulgação
Para saber quais as regiões de Dourados devem ser prioridade na “guerra” contra o Aedes aegypti, a prefeitura através do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) da Secretaria de Saúde realiza esta semana o Levantamento do Índice Rápido do Aedes aegypti (Liraa). São 80 agentes percorrendo todas as áreas da cidade realizando a pesquisa.


“Com a estratégia adotada no Liraa, nós conseguimos obter rapidamente a estatística de quais bairros tem uma quantidade maior do mosquito, para que possamos intensificar as ações de combate”, explica o secretário de Saúde, Sebastião Nogueira.


O Liraa é feito várias vezes ao ano, como uma rotina para saber como está a cidade nessa questão. Os agentes, que começaram o levantamento na segunda-feira, passarão pelas residências para a pesquisa até a sexta-feira (8) e é importante que sejam bem recebidos pela população, já que o combate interessa a todos os moradores.


“Nós fazemos um trabalho diário de combate ao mosquito, que este ano será intensificado com ações ainda mais enérgicas. Mas, para isso o apoio da população é essencial. O mosquito a gente cria dentro de casa se não eliminar os criadouros. Não é uma responsabilidade só da prefeitura, que tem feito seu papel, mas de todos os cidadãos douradenses”, relata o secretário.


O perigo que o Aedes aegypti proporciona aumentou. Antes transmissor da Dengue e Febre Chikungunya, passou a transmitir também o Zika Vírus. Apesar de ainda não haver qualquer caso confirmado ou indícios de que o Zika esteja circulando em Dourados, a prefeitura está preocupada, tem trabalhado na prevenção e pedindo o apoio da população para que esta doença não chegue à cidade. A forma determinante que pode evitar que as pessoas contraiam quaisquer das três doenças é eliminando o mosquito transmissor. Onde não há Aedes, não há as doenças. Dessa forma, todos precisam verificar os quintais diariamente, manter tudo limpo e eliminar água que está parada em recipientes.

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