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Blitz mobiliza comunidade contra drogas

27 Mai 2011 - 22h07
Matheus e Rodrigo são os coordenadores da campanha - Crédito: Foto: Hedio Fazan/PROGRESSOMatheus e Rodrigo são os coordenadores da campanha - Crédito: Foto: Hedio Fazan/PROGRESSO
DOURADOS – Neste sábado será um dia de combate contra as drogas em Dourados. Integrantes do Ministério Ruah e do Instituto São João Maria Uianey farão blitz das 10h30 às 14h na rua Mozart Calheiros, antiga W 5. Eles vão parar os usuários de trânsito e entregar panfletos da campanha ‘Crack nem pensar’, promovida em todo o país.

A ação tem como objetivo combater todos os tipos de drogas, em específico o crack. “Queremos conscientizar a população sobre esse mal que a cada dia tem destruído as famílias. Esperamos que as pessoas que passarem pelo local possam levar informações de combate as drogas para todas as pessoas que elas convivem”, diz Rodrigo Júnior, coordenador do Instituto São José Maria Uianey.

É a primeira vez que a blitz é desenvolvida em Dourados. A meta é expandir os trabalhos para dentro das escolas, conforme explica Matheus Fernandes, coordenador do Ministério Ruah, da Paróquia Rainha dos Apóstolos. “Essa ação vai ser apenas um início de um projeto que o Ministério pretende levar para as salas de aulas”, disse ele. Uma vez ao mês o Ministério, formado por jovens, leva para escola do bairro Izidro Pedroso o projeto ‘Louvor no recreio’. Trata-se de um momento de fé e adoração com os estudantes. A evangelização é feita com aproximadamente 250 jovens.

A programação da campanha contra as drogas será encerrada no sábado a noite. Irá começar às 19h durante a celebração da missa na paróquia Rainha dos Apóstolos, do Izidro Pedroso. Em seguida as ações serão realizadas no ginásio da comunidade local, ao lado da igreja, com momentos de louvor e adoração.

Recuperação – O Instituto São João Maria, ong não-governamental e ligada a igreja católica, desenvolve em Dourados trabalho terapêutico na recuperação de usuários de drogas. Com capacidade para atender até 15 pessoas, as ações consistem em atividades espiritual e humana. Rodrigo Júnior explica que o regime é de internato e os pacientes em recuperação vão para o local por espontânea vontade. O tratamento tem duração de sete meses.

O instituto é situado num sítio, na travessia Porto Cambira, quilômetro cinco. Os familiares dos pacientes vão os visitar a cada 15 dias.

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