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Obssessores

03 Nov 2015 - 17h35
Obssessores -
Obsessor é o espírito que atua sobre uma pessoa determinado a fazer o mal. Comumente por desentendimento de outra encarnação. É raro o autor espírita que não menciona sua existência e o modo de orientá-lo, afastando-o do propósito de fazer o mal.

Em todo Grupo ou Centro espírita existe trabalho contra a obsessão. No entanto, se observarmos os espíritos que comparecem em sessões ditas de desobsessão são, na maioria, apenas espíritos sofredores e que se harmonizam com determinadas pessoas.

Existem visitas impertinentes, freqüentes e demoradas que tomam tempo dos donos da casa. Assim também, existem espíritos sofredores que se sentem melhor encostados a uma pessoa. Tem afinidade, lhe é simpática. E ali fica sentindo até um bem estar. Em sessões seguidas, é aconselhado a aceitar o auxílio da Espiritualidade Superior, mas teimam em permanecer junto àquele que lhe apraz. Ficam taxados de obsessores, mas não são. Obsessor, repito, é o espírito que se propõe a fazer o mal. Muitas das vezes encontrou o inimigo e quer se vingar. Difícil argumentar algo que o desviará do mal e aceitar a acompanhar os amigos espirituais, que por sinal são seus amigos também.

Ora, um sofredor que é tratado como obsessor pelo doutrinador, deve sentir-se incompreendido e seu sofrimento aumenta. Às vezes, trata-se de um amigo ou familiar do “obsedado”.

O sensato é o doutrinador orientar a todos com amor, como um irmão sofredor. Alguns podem estar apenas enganados quanto à sua situação. Às vezes, nem sabem que desencarnaram. Ficam nervosos, esbravejam e discutem, apenas por não se fazer entender. Dão a impressão de maus. Nada! Pessoas normais estando desorientadas agem assim. Isso acontece mesmo com encarnados quando não se sentem compreendidos. E o espírito é o mesmo, com o corpo somático ou sem ele, isto é,”vivo” ou “morto”.

Como vemos, obsessor é raro. É um espírito que guarda ódio ou rancor e não se esquece. Passa o tempo, séculos, e ele encontra seu desafeto. Aquele ódio que cultivou tanto tempo explode e fica quase incontrolável. Muitos permanecem por duzentos anos (exemplo dado por um espírito) mas é como os quarenta do Velho Testamento, isto é, incontáveis. Na espiritualidade eles não têm como contar o tempo e quando citam é por que acham muito longo. O rancor cultivado polui a alma e só um choque de lógica com o espírito o fará despertar da perda de tempo em que poderia ter feito e recebido tanto bem. Quando despertam, é como uma libertação. E é tão emocionante! Modificam-se imediatamente. Alguns são personalidades valorosas. Estão cegas e surdas pelo ódio ou rancor.

Disto temos um aprendizado para a vida: não devemos guardar rancor. O mal recebido devemos esquecer, que é mais do que perdoar. Mágoa é própria de egocentrismo e com o tempo se transforma em rancor, que cultivado passa a ser ódio e desejo de vingança. Mágoa, rancor e ódio envenenam a alma e o alvo, às vezes, nem sabe que magoou.

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