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“X Men: Apocalipse” é a estreia da semana

20 Mai 2016 - 06h00
“X Men: Apocalipse” traz um excelente elenco, heróis extraordinários e segue uma concepção visual extravagante. - Crédito: Foto: Divulgação“X Men: Apocalipse” traz um excelente elenco, heróis extraordinários e segue uma concepção visual extravagante. - Crédito: Foto: Divulgação
O eletrizante "X Men: Apocalipse" é a estreia desta semana no cinema do Shopping Avenida Center. As sessões estão disponíveis em versões dublada e legendada nas Salas 1 e 3.


A produção é um exemplo de blockbuster dos novos tempos. Segundo o Cine Web, faz parte de uma franquia, fez um plano de marketing viral na Internet, cultivando o público na escolha de cada ator e sequência do roteiro, tem um diretor talentoso, um excelente elenco, heróis extraordinários e segue uma concepção visual extravagante com excepcionais efeitos especiais.


A história tem início no Egito (visto em panorâmica) em 3600 A.C., quando En Sabah Nur dominava o planeta. Adorado com um deus, acaba traído enquanto transfere sua consciência para um corpo mais jovem (Oscar Isaac) e é soterrado pela pirâmide que construiu, onde fica hibernando.


Quando a narrativa corre para os anos de 1980, o espectador percebe que o professor Charles Xavier (James McAvoy) reconstruiu sua escola para mutantes ao lado de Fera (Nicholas Hoult), que acolhe os jovens Scott Summers, ou Ciclope (Tye Sheridan), Jean Grey (Sophie Turner) e Noturno (Kodi Smit-McPhee), que não sabem lidar com seus poderes. Ao mesmo tempo, mostra o que ocorreu com Magneto (Michael Fassbender) e Mística/Raven (Jennifer Lawrence) após os acontecimentos de "X-Men Dias de um Futuro Esquecido": enquanto ele se isolou na Polônia, ela se tornou heroína e passou a salvar mutantes em perigo.


Mas, En Sabah Nur desperta e, como se crê um deus – não apenas o primeiro mutante da história –, percebe que a humanidade e os próprios pares idolatram falsos deuses. Como divindade absoluta, pretende recriar a Terra à própria imagem, exterminando os fracos.


Com esse roteiro, Bryan Singer fecha a segunda trilogia cinematográfica "X-Men" em uma trama ágil, bem humorada (em que as referências pop da década de 1980 ajudam) e cativante. Porém, é preciso ser um tanto condescendente com o texto, que não trabalha os conflitos dos personagens (e eles são muitos).


Nesse sentido, o conteúdo perde muito espaço para a pirotecnia, para a fotografia de Newton Thomas Sigel (fiel colaborador de Singer) e o desenho de produção de Grant Major (da trilogia Senhor dos Anéis). O que ocorreu em "Batman vs. Superman", por exemplo.


A narrativa corre para contar a história de todos, apesar das duas horas e meia de projeção, em vez de se centrar no problema. Foi uma escolha de Singer e dos produtores, com o objetivo de plantar as sementes da nova geração de mutantes que herdará os futuros filmes da franquia.

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