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Corpus Christi deve reunir 10 mil fiéis

25 Mai 2016 - 06h00
Celebração de Corpus Christi deve reunir milhares de católicos de todas as paróquias em frente à Catedral Imaculada Conceição. - Crédito: Foto: Marcos RibeiroCelebração de Corpus Christi deve reunir milhares de católicos de todas as paróquias em frente à Catedral Imaculada Conceição. - Crédito: Foto: Marcos Ribeiro
A comunidade católica de Dourados está esperando pelo menos dez mil pessoas para as celebrações de Corpus Christi, quinta-feira, na Catedral Imaculada Conceição. Fiéis de todas as paróquias devem participar da missa e procissão.


A vigília começa hoje, às 20h, e segue até às 13h de quinta-feira. No período da manhã, a partir das 7h, os fiéis de várias comunidades iniciam a confecção do tapete que terá 100 metros de comprimento, iniciando na Praça Antônio João pela Rua Joaquim Teixeira Alves, seguindo até a Rua Melvin Jones e retornando pela Marcelino Pires, encerrando na Catedral Imaculada Conceição. A missa ao ar livre está programada para começar às 15h30 e por volta das 16h começa a procissão.


Tradicionalmente, os tapetes são confeccionados com materiais como pó de serra e de café, grãos, cartolinas e outros materiais artísticos, que dão acabamento. Os desenhos confeccionados no asfalto fazem alusão à Eucaristia e à Igreja, como cálices, pão, cordeiro, imagens de Cristo, Nossa Senhora e apóstolos. Os desenhos também terão ligação com o tema da Campanha da Fraternidade e a Santa Ceia.


De acordo o bispo Dom Henrique Aparecido de Lima, que vai celebrar a missa, o Corpus Christi surgiu na Idade Média e foi instituída pelo Papa Urbano. Segundo ele, a ideia é promover a devoção ao Cristo, para que o povo conheça o tesouro que é a eucaristia.

Arrecadação


O organizador das celebrações, Padre Crispim Guimarães, informou que este ano a igreja vai fazer uma campanha de arrecadação de cobertores, alimentos não perecíveis e materiais de limpeza. A arrecadação será revertida para ajudar na manutenção das duas sedes da Casa Irmã Dulce, entidade que abriga parentes de pacientes que estão hospitalizados em Dourados.


"A entidade é mantida pela igreja, mas a colaboração da sociedade é indispensável, é um gesto concreto", define o padre.

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