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Aeroporto de Alagoas volta a funcionar após ficar sem bombeiros

12 Mai 2011 - 14h15
Aeroporto voltou a funcionar normalmente na noite
desta quarta-feira, em Maceió
 - Crédito: Foto: Reprodução/TV Gazeta de AlagoasAeroporto voltou a funcionar normalmente na noite desta quarta-feira, em Maceió - Crédito: Foto: Reprodução/TV Gazeta de Alagoas
A Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero) enviou para Maceió, nesta quarta-feira (11), uma equipe de 11 funcionários que possuem treinamento para atuar como bombeiros em aeroportos. Eles foram deslocados de outros estados do Nordeste para completar o contingente do Aeroporto Internacional Zumbi dos Palmares, na capital alagoana, que é composto por bombeiros militares e que deixou de atuar após a greve da corporação.

A medida permitiu que aeronaves pudessem decolar e pousar normalmente após a paralisação d esta quarta-feira. A manifestação dos bombeiros de Alagoas impediu que o aeroporto de Maceió funcionasse até as 18h.

Segundo Adilson Pereira, superintendente da Infraero, o funcionamento do aeroporto foi restabelecido ainda na noite desta quarta-feira. \"Os pousos e decolagens estão sendo feitos normalmente. Quatro bombeiros não aderiram ao movimento grevista. Hoje, seis apareceram. Somando esses bombeiros militares com os funcionários treinados da Infraero, tenho mais do que a equipe que preciso para colocar o aeroporto para funcionar.\"

Pereira afirmou ainda que são necessários 14 pessoas treinadas para garantir a segurança da pista do aeroporto. \"Eles têm o curso de formação técnica de bombeiros de aeródromo, que é o mesmo curso que os bombeiros civis ou militares são obrigados a ter para atuar no aeroporto.\"

Corregedoria

Dário César Cavalcante, secretário de Defesa Social de Alagoas, disse ao G1 que vai prender em flagrante quem continuar com a paralisação e vai encaminhar para a corregedoria da corporação quem estiver na liderança do movimento grevista. \"Antes de serem bombeiros, eles são servidores públicos e militares. O servidor militar tem de atuar, pela própria atividade dos bombeiros, que é essencial. Militar não pode fazer greve. Se eles não querem negociar, será usado do poder lei. Quem está parado será investigado em inquérito policial militar e em uma sindicância. Posso até prender em flagrante quem não voltar ao trabalho.\"

Segundo Cavalcante, os bombeiros pedem reajuste salarial de 27%. \"Isso é impossível. Em maio deste ano, o governo concedeu aumento linear de 5,91%, que é a reposição do IPCA de 2010. Os bombeiros estão desaquartelados, mas isso é crime, pois eles deixam de trabalhar. Eles são obrigados a atuar de acordo com a legislação e regulamentação da profissão. Não quero entrar no mérito da reivindicação dos bombeiros, questiono a forma como estão pedindo o reajuste.\"

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