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Trombadas

05 Jan 2016 - 11h22
 Trombadas -
‘Ano novo, rixa velha’. Assim começou 2016 para o prefeito de Campo Grande,  Alcides Bernal (PP), e os vereadores. Ambos insistem em se manter o mais distante possível como se isso fosse resolver todos os problemas da Capital. Essas rusgas vêm desde ascensão e queda e, posteriormente, volta do progressista ao Paço Municipal no ano passado.


Ao invés de uma mudança nas relações, as coisas só pioraram. E parece que nada vai mudar até o fim do mandato, em 31de dezembro deste ano. Em outubro, as urnas devem trazer revelações surpreendentes.


##### Morno


Aliado de primeira hora do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), e louco para apear Dilma Rousseff do Palácio do Planalto, Carlos Marun (PMDB-MS) não poupa nem a oposição quando o assunto em questão é o impeachment. Na avaliação do integrante da bancada de MS, até grandes vozes da oposição fazem corpo mole na hora de endurecer o discurso contra o governo.


Para ele, DEM, PPS e PSDB não se afinam na hora H. Caiado (DEM-GO), inclusive, propôs uma renúncia coletiva dos integrantes do Executivo e Legislativo, o que desagrada o peemedebista. 


##### Campanha


As eleições municipais de outubro devem dar o tom dos discursos de deputados estaduais quanto eles voltarem ao trabalho. Alguns parlamentares pretendem disputar a prefeitura da Capital e até do interior. Para a maioria, se envolver na campanha para eleger aliados será o objetivo número um.


Afinal, a próxima, de 2018, vai colocar todos no mesmo barco em busca da reeleição. Com o fim do financiamento de empresas às campanhas.eleitorais, os prefeitos e vereadores vão ser fundamentais na busca pelo voto de cada representante de sua região. Quem puder mais vai chorar menos.

##### Desprezo


Queimado que só depois que deu com a língua nos dentes ao combinar  uma fuga ousada do ex-diretor da Petrobras, Nestor Cerveró, Delcídio do Amaral (PT-MS) está na iminência de perder o mandato e também ser expulso dos quadros petistas. Pelo menos foi o que insinuou o presidente nacional do partido, Rui Falcão, em nota oficial divulgada há dias.


Resta saber se o ninho tucano liderado pelo governador Reinaldo Azambuja (PSDB), com quem o senador andou flertando antes das eleições de 2014, o aceitaria de volta. Para muitos, seria um presente de grego.

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