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Sem brilho

07 Jan 2016 - 11h39
Sem brilho -
Para analistas da política sul-mato-grossense, dificilmente o médico e ex-candidato ao Senado pelo PT, Ricardo Ayache, conseguirá deslanchar na pesquisa para a Prefeitura da Capital nas eleições de outubro. A marca petista, na avaliação deles, está impregnada até no jeito de se expressar do pré-candidato do PSB, partido para o qual migrou no ano passado.


Além disso, vozes fortes do petismo até falam em apoio a sua candidatura, mesmo ele tendo abandonado o barco no auge da crise política vivida pelo partido. Assim sendo, outros nomes ganham espaço.

##### Tacanho


Por falar em PT, não custa lembrar que se o partido não radicalizasse sobre uma aproximação com os tucanos em 2014, hoje, muito provavelmente, Delcídio do Amaral seria o governador e Reinaldo Azambuja o senador sul-mato-grossense. À época, essa aliança satisfazia a ambos, mas emperrou na falta de visão da direção nacional petista, que preferiu perder os anéis e os dedos para não se juntar aos adversários de Dilma no plano nacional.


Resumo da ópera: o aliado PMDB ficou com a vaga, mas a dona dela, Simone Tebet, é uma opositora ferrenha da presidente.

##### Coerência


Apesar de ser adversário político, o deputado federal Zeca do PT fez rasgados elogios ao governador Reinaldo Azambuja (PSDB), com quem já esteve por mais de uma vez conversando no Parque dos Poderes.


“O governo de Azambuja foi marcado por algumas características e digo isso como oposição: pelo bom senso, equilíbrio e ponderação. “Ele não é como o André (Puccinelli-PMDB), que sai por aí contando papo, vantagem. Ele conversou com todo mundo, mostrando capacidade de diálogo, respeitando as diferenças, mas mantendo o diálogo”, elogiou, em entrevista ao Midiamax.

##### Neotucano


Engana-se quem pensa que ‘Cem Anos de Solidão’ seja o livro de cabeceira de José Dirceu no presídio. Ele substituiu o Nobel de Literatura Gabriel Garcia Marques pelos escritos diários do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB) sobre seus oito anos no Palácio do Planalto.


Além das histórias de FHC, ele também escolheu uma coletânea de artigos do ex-ministro da Fazenda, Pedro Malan, sobre os rumos da economia no país. Mas não ficou só aí. Diante do interesse pelos escritos tucanos, ele ainda sentenciou que eles podem voltar ao comando do país em breve.

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