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PSDB adota estratégia de pesquisa usada pelo PMDB

19 Jan 2016 - 07h00Por Do Progresso
Marçal Filho está sendo cotado, no PSDB, para disputar a Prefeitura de Dourados. - Crédito: Foto: DivulgaçãoMarçal Filho está sendo cotado, no PSDB, para disputar a Prefeitura de Dourados. - Crédito: Foto: Divulgação
O comando do PSDB em Mato Grosso do Sul resolveu adotar a mesma estratégia de pesquisa usada pelo PMDB para escolher seu candidato a prefeito de Campo Grande.


A cúpula tucana encomendou uma pesquisa qualitativa para fevereiro e março visando à escolha de seu representante no próximo pleito, conforme revelou ontem (18) a governadora em exercício Rose Modesto, pré-candidata do partido à sucessão de Bernal.


Antes, porém, a única estrela que brilhava solitária dentro dos quadros do PSDB era o do hoje governador Reinaldo Azambuja, que inclusive obteve votação surpreendente nas eleições municipais de 2012, quando ficou em terceiro lugar.


A prática da pesquisa sempre foi utilizada pelos peemedebistas por orientação do ex-governador André Puccinelli, cujo grupo político comandou a prefeitura da Capital por mais de duas décadas.


A hegemonia, no entanto, acabou durante as eleições de 2012, quando o então deputado federal Edson Giroto (PMDB) perdeu o segundo turno num confronto direto contra Alcides Bernal (PP).


Debilitado devido ao desligamento de algumas de suas principais lideranças, o PMDB ainda não sinalizou desta vez se usará o critério da pesquisa de intenções de voto para indicar seu candidato.


O próprio André Puccinelli silenciou diante da recusa dos senadores Waldemir Moka e Simone Tebet, sugerindo como nome de preferência o do deputado federal Carlos Marun.


Por enquanto, deixaram os quadros do PMDB o ex-prefeito Nelsinho Trad, hoje presidente regional do PTB, e o irmão dele, o ex-deputado federal Fábio Trad (PSD). Igualmente descontente, o deputado estadual Marquinhos Trad aguarda a promulgação da “janela partidária” para deixar o PMDB.


Após adotar o silêncio como estratégia para demonstrar desinteresse nas eleições de outubro, Rose Modesto voltou a acenar com a possibilidade de disputar a prefeitura, caso o PSDB chegue a um consenso em torno da indicação de seu nome.


“Se for um consenso eu irei disputar a eleição como prefeita sim. Apesar de não ter focado em nenhum minuto nisso, está sendo algo que está surgindo de ‘fora para dentro’”, disse Rose, acrescentando que o lançamento de candidatura própria é uma orientação da cúpula nacional do PSDB.


Apesar do desejo pela candidatura própria, Reinaldo Azambuja chegou a admitir, em entrevista recente, eventual apoio a partidos aliados.

Interior


O PSDB ainda não definiu qual será sua estratégia para escolher seu candidato no interior do Estado, principalmente nas cidades consideradas estratégicas.


Em Dourados, o grupo trabalha com a possibilidade de lançar o ex-deputado federal Marçal Filho, que também deixou o PMDB alegando descontentamento com as principais lideranças do partido.


Marçal deve ir para o confronto com o deputado federal Geraldo Resende (PMDB) e com a vereadora Délia Razuk, que aguarda a janela partidária para trocar o PMDB pelo PR.


Correndo por fora, o deputado estadual Barbosinha é a opção do PSB como uma espécie de “terceira via” no processo sucessório. Apoiado pelo prefeito Murilo Zauith, o socialista também tem a simpatia do deputado estadual Zé Teixeira (DEM).

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