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Professores cobram projeto na Câmara

18 Jul 2011 - 22h37
Professores querem o projeto na Câmara para aprovação este mês para ser pago em agosto - Crédito: Foto: Hédio Fazan/PROGRESSOProfessores querem o projeto na Câmara para aprovação este mês para ser pago em agosto - Crédito: Foto: Hédio Fazan/PROGRESSO
DOURADOS – Os professores da rede municipal estão cobrando da prefeitura o fato de não ter sido mandado para votação na Câmara de Vereadores o projeto que beneficia a categoria. O acordo feito com o Executivo trata da regência dos professores, medida que prevê aumento em 8% no valor do benefício, que passa dos atuais 18% para 26% a todo o grupo lotado nas escolas, compreendendo diretores, coordenadores, professores readaptados e os lotados em sala de aula.

Segundo nota do Simted, outro fato que preocupa é o caso dos assistentes pedagógicos. Com cargo de nível superior eles ganhavam o mesmo salário dos servidores de nível médio. Pelo acordo firmado com a prefeitura, a gratificação de 26% concedida aos professores é para ser estendida também a eles, o que os colocará em uma situação mais justa em relação aos outros servidores. No entanto, com todas as novas medidas, ainda falta a aprovação dos vereadores para serem colocadas em prática.



De acordo com o Simted, o problema é que o Executivo ainda não mandou o projeto contendo essas duas situações para a Câmara de vereadores antes do recesso parlamentar. Esse fato teria causado descontentamento à categoria que esperava reajuste nos salários de forma urgente.

Em nota, o Simted informou ainda que tem conversado com a administração municipal e, todas as vezes, a alegação é de que o prefeito quer definir todas as pendências existentes relacionadas a educação, para depois enviar o projeto para a Câmara.

Na opinião da direção do sindicato, o município deveria deveria enviar o projeto à Câmara de Vereadores e, depois, gradativamente corrigir os problemas existentes. O reajuste é valido desde 1º de abril e quanto mais se demora, maior fica o retroativo acumulado.

“Já sugerimos, inclusive, que a prefeitura efetue esses pagamentos retroativos em duas parcelas, para que não impactem na retenção do imposto de renda dos educadores”, explicou o presidente do sindicato, José Carlos Brumatti. Ainda, segundo o presidente, existem professores sugerindo que não se reiniciem as aulas, caso a prefeitura não envie o projeto para votação no mês de julho, para ser pago no início do mês de agosto.

Para piorar a situação, Brumatti lembra que a Câmara já está em recesso, logo esses reajustes deverão ser votados somente no retorno dos vereadores, que deve acontecer no final do mês.

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