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PMN e PRTB desenham planos ousados para 2016 em Campo Grande

17 Dez 2015 - 07h00
Máximo Brasil, Renata Allegretti e Nilson Peixoto durante encontro terça-feira na Capital. - Crédito: Foto: DivulgaçãoMáximo Brasil, Renata Allegretti e Nilson Peixoto durante encontro terça-feira na Capital. - Crédito: Foto: Divulgação
Com o cenário de indefinições por conta da crise política que se instalou nos últimos dias em Campo Grande, onde houve até revezamento de prefeitos cassados durante o atual mandato, o PMN e o PRTB desenham planos ousados visando às eleições municipais de 2016.


Por orientação das cúpulas nacionais, os comandos regionais dos dois partidos decidiram lançar candidaturas próprias não apenas na Capital, mas nas principais cidades de Mato Grosso do Sul.


A estratégia defendida pelos presidentes nacionais do PRTB, Levy Fidelix, e do PMN, Telma Ribeiro dos Santos, é que essa união seja estendida em todos estados brasileiros, com disputas nas principais cidades do país, incluindo as capitais.


O projeto está em elevado estágio de conversação, conforme garantem os presidentes regionais do PMN, Máximo Brasil, e do PRTB, Renata Allegretti, que voltaram a se encontrar na terça-feira (15) para reforçar os entendimentos.


Do encontro também participaram o vice-presidente regional do PMN, Nilson Roberto Peixoto, e o secretário-geral da comissão provisória regional do PPL, Alécio Manoel.


Apesar do interesse mútuo da direção dos partidos por candidatura própria, principalmente na Capital, os dirigentes, no entanto, se dizem abertos ao diálogo para eventuais entendimentos com outros grupos políticos.


A opção por alianças, segundo os dirigentes, obedeceria a questões programáticas e ideologia partidária, de modo a não comprometer seus planos políticos, sobretudo, o direcionamento dado pelas cúpulas nacionais das legendas.


Máximo Brasil e Renata Allegretti preferem não adiantar quem deles encabeçaria a chapa majoritária em caso de candidatura à sucessão do prefeito Alcides Bernal (PP), no ano que vem.


“É um projeto que já nasce forte, com ideias novas. Temos que ter essa confiança. Acredito que a eleição do ano que vem vai ser um divisor de águas, até porque ninguém vai querer se aproximar do PT e do PMDB”, sentenciou o presidente do PMN, em menção as graves denúncias e escândalos envolvendo os dois gigantes da política nacional.


Em âmbito estadual, o PMDB também é alvo de investigação da Operação Lama Asfáltica, desencadeada em julho deste ano pela Polícia Federal, CGU (Controladoria-Geral da União), do MPF (Ministério Público Federal) e Receita Federal.


Máximo Brasil adianta que a coligação contará com 54 bons candidatos à Câmara de Vereadores como alternativa de mudança  a legislatura atual que, segundo ele, está bastante desgastada e com reprovação da população.


Embora prefira não citar nomes, Renata Allegretti também condena o atual modelo administrativo adotado na Capital, além do comprometimento de vereadores com atos de irregularidades, os quais são alvos de ação da Operação Coffee Break, desencadeada pelo Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado), do MPE (Ministério Público Estadual).


Do ponto de vista administrativo, os dirigentes do PMN e do PRTB criticam o inchaço da máquina pública e a ausência de um projeto efetivo para tirar a Capital do estado de abandono em que se encontra. “É preciso focar na questão das prioridades, o orçamento de Campo Grande para o ano que vem é de R$ 3,4 bilhões. Essa é uma das nossas preocupações, nossa proposta é cortar os servidores comissionados e destinar os recursos para outros setores da administração”, colocou Renata Allegretti, referindo-se a gestão pública.


O projeto também inclui discussões de temas pontuais da administração pública, como saúde, educação, infraestrutura e outras ações e investimentos.

Interior


Máximo Brasil disse que o PMN está organizado em 34 municípios do Estado. O partido vê chance em Terenos, Mundo Novo e Bandeirantes.


Já o PRTB está constituído em 35 municípios do Estado, conforme atesta o comando regional.

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