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Inflação cai e fecha julho em 0,39% na capital, diz Nepes

09 Ago 2016 - 13h30
Alta nos preços de vários cortes de carne ajudou a pressionar a inflação no mês de julho em Campo Grande - Crédito: Foto: Anderson Viegas/G1 MSAlta nos preços de vários cortes de carne ajudou a pressionar a inflação no mês de julho em Campo Grande - Crédito: Foto: Anderson Viegas/G1 MS
O Índice de Preços ao Consumidor de Campo Grande (IPC/CG), um dos indicadores que mede a inflação na capital sul-mato-grossense, terminou julho marcando 0,39%, o que indica uma leve queda em relação a junho, quando atingiu os 0,42%.

Segundo o Núcleo de Pesquisas Econômicas (Nepes), da Uniderp, que mede o IPC/CG, o percentual registrado em julho foi o menor de 2016 e também ficou abaixo do registrado no mesmo mês de 2015.

No acumulado de janeiro a julho, a inflação em Campo Grande atingiu os 5,25% e nos últimos 12 meses os 9,34%. "O índice manteve tendência de queda de fevereiro a abril, cresceu em maio e voltou a cair em julho, um comportamento que pode ajudar o governo, que prevê uma inflação acumulada para o ano de 2016 em torno de 7%", explica o coordenador do Nepes, Celso Correia de Souza.

Responsáveis pela alta da inflação

De acordo com o Nepes, os principais responsáveis pela inflação de julho foram os grupos: "Alimentação", com aumento médio de 0,73% na maioria dos seus produtos, e contribuição para a inflação de 0,15%; "Habitação", que sofreu elevação de 0,34% e contribuição para a inflação de 0,11%; e "Educação", que registrou acréscimo de 1,05% e contribuição de 0,11% para a inflação.

Os grupos "Despesas Pessoais" e "Vestuário" também apresentaram alta, sendo o primeiro de 0,54% e impacto de 0,05%, e o segundo com elevação 0,50% e colaboração de 0,04% para a inflação geral. "Saúde permaneceu estável (0%) e o grupo Transportes foi o único com deflação, -0,46%, o que contribuiu para frear a inflação no mês passado", ressalta o coordenador do Nepes.

Em julho os produtores que registraram maior inflação em Campo Grande foram: alcatra (5,34%), arroz (5,35%), leite pasteurizado (3,33%), acém (4,54%), papelaria (4,59%), aluguel de apartamento (0,57%), mão de obra (2,51%), aluguel de casa (0,57%), pão francês (2,81%) e calça comprida feminina (1,48%)

Em contrapartida, os dez itens que contabilizaram maior deflação, ou seja, redução de preços, no mês passado na cidade foram: batata (31,55%), etanol (4,92%), óleo de soja (5,44%), maça (9,00%), tomate (6,72%), pneu (1,10%), vassoura (6,35%), pescado fresco (1,29%), frango congelado (0,94%) e laranja-pera (2,42%).

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