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Nós os otários

30 Jun 2011 - 11h04
O que estamos fazendo para deixarmos para nossos descendentes uma cidade melhor e mais acolhedora?

Quando você passa numa dessas lombadas mecânicas, ou esses trambolhos que foram construídas de forma medieval, sem nenhum critério, sem obedecer as normas técnicas, na era PT e seus intelectuais de trânsito, e quebra alguma coisa em seu carro, O que sente?

Ódio, desprezo, raiva, tristeza ou pensa que um dia nossos políticos vão se lembrar que essas lombadas precisam ser sinalizadas, construídas na forma da lei que não permite que tenham mais de 8 cm. no ponto mais alto e que somente serão atravessadas depois que as quatro rodas do veiculo estejam sobre a mesma, sem que nossos escapamentos vão pra cucuia.

Quando você transita pela Rua Monte Alegre desde o inicio até o final, que é preferencial em todo o percurso e na altura do numero 7500 tem uma travessa que de repente, tem uma placa de PARE, indicando que se trata de uma preferencial.


Qual a mente iluminada que achou que naquele exato lugar uma rua preferencial em toda sua extensão se torna secundária, dando lugar a uma preferencial com menos trânsito.

Você já imaginou quantos milhares de quilômetros percorreu em todas as ruas de Dourados, sem nenhuma exceção em que o asfalto é uma calamidade em termos de, além dos traiçoeiros buracos, remendos mal feitos, como ocorre no final da Marcelino Pires, perto daquele lago, onde de vez em quando se jogam milhares de peixes para manter a população distraída e não perceber o caos em que estão os leitos de nossas ruas.

E no médio prazo (por médio prazo entende-se pelo menos 5 anos) não existe nenhuma esperança que essa situação mude, por vários e bons motivos, no Brasil estamos acostumados a ler que na construção do Estádio de Minas Gerais existem fortes indícios de desvios de 29 milhões de reais.



Estamos assistindo uma verdadeira loucura em propiciar desvios milionários de verbas nos eventos de 2014 e 2016, no Rio de Janeiro, por conta de verdadeiro domínio de políticos que querem sigilo absoluto no uso indiscriminado de nosso dinheiro, como se aquilo fosse disseminar em todo o país um relevante grau de felicidade, quando os cerca de 100 bilhões a serem gastos secretamente poderiam tirar em nossa cidade milhares de famílias da poeira na seca e barro na chuva, alem de proporcionar mais vagas para que nossas crianças em tenra infância tenham tratamento digno em creches municipais, ou alguém imagina que o dinheiro que vai ser gasto lá não sai dos nossos bolsos aqui de Dourados também, logo, temos todo o direito de opinar como ele vai ser gasto. Acho que o senado imagina ser o DOI CODI da ditadura.

Por covardia ou omissão muitos deputados que são pagos para defender os interesses de regiões distantes do Rio de Janeiro ou mesmo da fábula do Trem Bala entre Rio-São Paulo, do qual em nada nos beneficiamos, calam-se sem expressar indignação porque estão dominados por verbas e emendas federais, portanto, querem agradar a imensa base aliada e mesmo a presidente que chegou a conclusão que do dromedário PMDB e seu eterno gerente José Sarney e o amigão Lula ninguém ganha.

Quando vão trocar essas rotatórias cujo prazo de validade está vencido há muito tempo, por faróis que mantém as três pistas de rolamento e não afunilam tudo em uma só, deixando quem está fazendo uma travessia a pé ou de bicicleta num verdadeiro pânico. Ou alguém acredita que estamos no primeiro mundo em que uma moto ou um carro pare para dar passagem a quem está esperando para atravessar a avenida a pé. Vamos atentar para o que escreveu Lya Lutf na Veja de domingo:

Temos uma opinião formada e firme? Lutamos pela honra, pela melhor administração, pela segurança, pela decência, pela confiança que precisamos depositar nos governantes, ou nos entregamos ao fluxo das ondas, interessados muito mais no novo celular, no iPod, no iPad, no tablet, na fofoca da vizinhança, na troca da geladeira, na TV plana, no carrinho dos sonhos, pago em oitenta prestações impossíveis?
Só mais um detalhe: Quando vão se lembrar da indigência das faixas de travessia de pedestres.


Economista/empresário | email [email protected]

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