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Conjuntura

Nem aí

06 Abr 2016 - 06h00
Acusações e mais acusações povoam as mídias sociais sem que os acusados se manifestem ou se indignem com fatos que lhes são imputados. Ao contrário, fazem cara de paisagem e fingem não ser com eles, passando a nítida impressão daquela velha máxima jurídica que diz: quem cala consente.


Quem não deve e é acusado de alguma coisa, no mínimo vai às barras dos tribunais para limpar a dignidade e a honra.

##### Desidratou


O PT foi quem mais sofreu perdas em Mato Grosso do Sul com a janela partidária aberta em março pelo Congresso Nacional. A debandada inclui algumas dezenas de vereadores e alguns prefeitos, que decidiram tentar a sorte na reeleição por outra sigla. Pelo jeito, o partido que esteve no poder por aqui e ainda se mantém no plano nacional, voltará às origens, ou seja, nos palanques da oposição.


Se reinventar para tentar sobreviver é a única chance que resta à estrela vermelha de tantas lutas e confrontos. O tempo virá com as respostas.  

##### Antecipada


Após o senador Ronaldo Caiado (DEM) defender em Mato Grosso do Sul uma renúncia coletiva – Governo e Congresso -, outros nomes começam a trilhar por esse mesmo caminho. O senador Valdir Raupp (PMDB-RO) é um deles. Ele tem usado a imprensa para cobrar eleições presidenciais em outubro, mesma data do pleito municipal que ocorre no dia 2.


Por meio do seu partido, Rede Sustentabilidade, Marina Silva tem feito campanha para que a escolha do novo presidente ocorra este ano e, assim, unifique as eleições no país como a maioria do povo quer.

##### Livres


Bernal (PP) exonerou quatro secretários com efeito a partir do dia 1ª, data limite para desvinculação do poder público exigida pela lei para disputar as eleições. Dharleng Campos de Oliveira deixou a Secretária de Desenvolvimento Econômico e Paulo Pedra, a de Governo.


O diretor da Funesp, Ricardo Hugueney Dal Farra, deixou o cargo. Com a exoneração de Wilton Acosta ficaram vagos o cargo de diretor-presidente da Fundac e de titular da Secretaria da Juventude, que ele ocupava simultaneamente.

##### Saia justa


O ministro Marco Aurélio Mello, do STF, teve que ouvir uma boa dose de verdade, do jornalista José Nêumanne Pinto, durante o programa Roda Viva, da TV Cultura.


"Ministro, eu sou um cidadão direito, mas se eu fosse um bandido, eu adoraria ter foro privilegiado. Porque o STF é muito leniente...O senhor está ai se queixando do Sérgio Moro, ele condenou 67 réus em 17 processos, enquanto isso, vocês estão lá, ninguém é julgado… enquanto isso o Lulinha, que é um grande malandro, fica sob a sombra da impunidade de você. A pergunta é a seguinte: É um grande negócio ter foro privilegiado no Brasil?"

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