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Conjuntura

Fôlego

01 Mar 2016 - 09h39
Fôlego -
Reinaldo Azambuja (PSDB) não cansa de comemorar a decisão da União de permitir que sua gestão, a exemplo de outros estados, refinancie as dívidas contraídas com o governo federal.


Disse ontem que, com a renegociação, poderá investir pelo menos R$ 1,6 bilhão na ampliação, reestruturação e modernização das rodovias de MS. O dinheiro permitirá que pelo menos 900 km de rodovias recebam pavimentação asfáltica e outros 250 km já pavimentadas sejam recuperados.

##### Redução


Ao participar da troca de comando da Polícia Militar, no Parque dos Poderes, Azambuja lembrou que o “espaço fiscal” aberto após o refinanciamento da dívida com a União possibilitará que o Estado tenha os juros das dívidas reduzidos, dos atuais 21% para 4%, o que permitirá o investimento esperado nas rodovias.

##### Degola


O Senado anunciou que pretende esperar o avanço dos inquéritos sobre Delcídio do Amaral (PT-MS) no STF (Supremo Tribunal Federal), antes de dar prosseguimento ao processo contra o parlamentar sul-mato-grossense no Conselho de Ética da Casa. A estratégia é defendida pelo presidente da Casa, Renan Calheiros (PMDB-AL).


Renan avalia que faltam informações sobre os casos em tramitação no STF. “O Conselho de Ética não tem como inverter o processo e fazer um julgamento político sem saber o que acontece no processo judicial. É preciso conectar as coisas”, disse o alagoano.

##### Combustíveis


O Plenarinho da Assembleia Legislativa será palco, nesta terça-feira (1º), de mais uma reunião dos integrantes da CPI dos Combustíveis. A reunião ocorre entre às 14h e 18h. O colegiado investiga eventuais irregularidades nos preços praticados na distribuição e comercialização de combustíveis em Mato Grosso do Sul.


Além disso, apura denúncias de supostas formação de cartel e de dumping (venda abaixo do preço de custo) em alguns municípios do Estado.

##### Pé de guerra


Os vereadores da Capital estão revoltados com as titulares das secretarias municipal Educação e Políticas e Ações Sociais e Cidadania. Tudo porque Leila Machado e Marcela Rodrigues Carneiro deixaram de atender, na manhã de ontem, uma convocação da Câmara para prestar esclarecimentos sobre as demissões de 47 diretores da Reme e de Ceinfs.


Leila deveria apresentar os critérios usados para as demissões dos diretores e Marcela justificar as supostas falhas existentes nas políticas públicas de acessibilidade para deficientes físicos na Capital.

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