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Novos rumos para a política de audiovisual

21 Jun 2016 - 08h00
Participantes do seminário realizado em Campo Grande, discutem alternativas de criação e produção de vídeos em MS. - Crédito: Foto: DivulgaçãoParticipantes do seminário realizado em Campo Grande, discutem alternativas de criação e produção de vídeos em MS. - Crédito: Foto: Divulgação
O Museu Imagem e do Som (MIS), inciou no final de semana a primeira parte do 1º Seminário Estadual de Audiovisual de Mato Grosso do Sul. O Seminário fez parte da programação da Semana do Cinema Brasileiro, que acontece na Capital.


Os trabalhos foram iniciados com a fala da secretária adjunta de Cultura, Turismo, Empreendedorismo e Inovação (Sectei) e presidente da Fundação de Cultura de MS, Andréa Freire, que ressaltou a importância de se refletir as ações do setor. "A política pública nasce das demandas da realidade de quem faz. Temos que identificar essas demandas para verificar o que se quer projetar para o futuro. Este dia é muito importante para a construção do Plano Setorial do Audiovisual, que vai demandar a participação de todos nós".


O presidente do Fórum de Cultura e membro da Comissão Interina do Colegiado Audiovisual, Airton Paes, disse que a política pública é feita por todos os presentes. "Devemos aproveitar o momento para trazer o interior e estreitar o diálogo com o poder público. A presença de todos é importante para construirmos as políticas públicas em conjunto. Agradecemos o apoio da Fundação de Cultura e Sectei neste processo".


Na oportunidade, foi lido e aprovado o Regimento Interno do Colegiado Estadual Setorial de Audiovisual de Mato Grosso do Sul. O Colegiado é órgão integrante da estrutura do Fórum de Cultura, do Plano Estadual de Cultura e do Sistema Estadual de Cultura de Mato Grosso do Sul.


Feitas as alterações necessárias no regimento do colegiado, o grupo se reuniu para trocar experiências, cada um falando sobre suas atividades e a situação do audiovisual em sua cidade. Wiliam Nicolai trabalha com publicidade em Dourados e é acadêmico de Artes Cênicas da Universidade Federal da Grande Dourados. Ele falou que, por não ter suporte do governo e empresas, tudo o que se faz lá é independente. "Falta mais um pouco pra a integração. A gente não se conhece. O FUÁ (Festival Universitário do Audiovisual) foi o grande incentivo para prosseguir. Fomenta bastante a produção. É importante produzir porque a gente gosta, mas a gente quer que as pessoas vejam nosso trabalho".

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