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Música

Folk e Rock dominam o Som da Concha

21 Jul 2016 - 06h00
Desde o início de sua carreira,  Guga Borba compõe suas próprias canções, sendo que algumas delas foram gravadas nos discos de várias bandas. - Crédito: Foto: DivulgaçãoDesde o início de sua carreira, Guga Borba compõe suas próprias canções, sendo que algumas delas foram gravadas nos discos de várias bandas. - Crédito: Foto: Divulgação
O folk e o rock irão dominar o próximo Som da Concha no próximo domingo, às 18h com Guga Borba e a banda Diovibe. A mistura de sons deve agradar os ouvidos mais apurados e agitar o público que comparecer na Concha Acústica Helena Meirelles no Parque das Nações Indígenas. A entrada é de graça.


O projeto Som da Concha tem tido recorde de público pela pluralidade de sons que contempla e no domingo será marcado por essa mistura de sons e de estilos como é o caso da Diovibe, que irá abrir as apresentações. Formada em meados de outubro de 2015, em Corumbá, a Diovibe é uma banda de rock cristão composta pelos músicos Maxwel Melo(vocal/guitarra), Petterson Souza (guitarra/back vocal),Douglas Andrade (baixo) e Jhonatan Nascimento(bateria). Agrega em seu repertório as mais variadas vertentes do rock, desde o rockabilly, hard rock até o metal moderno.


A Diovibe tem inspiração em grandes ícones do rock cristão nacional, tais como Oficina G3, Resgate e Fruto Sagrado. A banda surge a partir da ideia de tirar a música cristã das quatro paredes eclesiásticas e levar ao grande público não só uma mensagem de fé, esperança e amor como também a energia do bom e velho rock’n’roll. As letras instigam seus ouvintes a refletir em temas relevantes para a sociedade como o vício em drogas e álcool, suicídio, a razão da existência humana, entre outros. Mesmo com pouco tempo de formação, a banda tem participado ativamente da cena de rock local e tem planos de gravar seu primeiro álbum em 2016.


Gustavo Renato Borba mais conhecido como Guga Borba é paranaense e mudou-se para Campo Grande no começo da década de 80, onde começou a carreira musical aos 15 anos, na Capital, como vocalista da banda Inverno Russo, um dos grupos mais populares da cidade e que integrou a coletânea Mato Grosso do Som. Em 1995, Guga mudou-se para São Paulo para montar a banda Belladona, com a qual gravou um CD pela gravadora Warner Music em 1997. De volta a Mato Grosso do Sul, Guga formou a banda Naip no começo de 2000. Com esta banda, dividiu palcos com Jota Quest, Capital Inicial, Ira!, Barão Vermelho, Nando Reis, Raimundos, Peter Fonda e Brascombe Richmond.


Desde o início da carreira, Guga compõe suas próprias canções, sendo que algumas delas foram gravadas nos discos das bandas Belladona e Naip, mas foi com trabalho do duo Filho dos Livres que elas tiveram reconhecimento e aprovação popular. Ao lado do parceiro Guilherme Cruz, o Filho dos Livres já gravou dois discos autorais e diversas coletâneas, lançou três vídeos clipes. Compôs ao lado de Guilherme a trilha sonora do documentário "Sasha Siemel – O Caçador de Onças". No cinema, a música "Cantador", que remete a vida do cantador pantaneiro, que fez parte da trilha sonora do filme "Cabeça a Prêmio".


Guga Borba também é membro do Trypé, ao lado de Guilherme Cruz, Jerry Espíndola e Paulo Simões, que juntos exploram as diferentes sonoridades e ritmos da música pantaneira contemporânea. Já dividiu o palco com grandes artistas de MS como Carlos Colman, Almir, Rodrigo e Gabriel Sater, Família Espíndola, Guilherme Rondon, Sandro Moreno, Geraldo Roca, Orlando Brito, O Bando do Velho Jack, Projeto Gerações, Brasil canta MS, entre outros.


No ano passado, Guga Borba gravou seu segundo álbum solo, o 7º "Satélite", ao lado do produtor e multi-instrumentista Antônio Porto, álbum que tem como concepção a música folk e timbragens diferenciadas em uma linha minimalista, os ritmos variam do ternário para o quaternário sem compromisso, mas sem negar a influência fronteiriça em algumas canções. O lançamento do CD está previsto para este ano.

Serviço


O Som da Concha temporada 2016 vai até janeiro de 2017. São shows com entrada gratuitas e realizados com intervalo de duas semanas entre as apresentações, sempre aos domingos, na Concha Acústica Helena Meirelles, que fica no Parque das Nações Indígenas.


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