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Cleo Pires lança filme em SP

30 Mai 2011 - 17h20
Dudu Azevedo, Cleo Pires e Malvino Salvador na apresentação de \"Qualquer gato vira-lata\" nesta segunda-feira - Crédito: Foto: Marcus Brasil/G1Dudu Azevedo, Cleo Pires e Malvino Salvador na apresentação de \"Qualquer gato vira-lata\" nesta segunda-feira - Crédito: Foto: Marcus Brasil/G1
Cleo Pires está apaixonada por Darren Aronofsky. Não sexualmente falando, ela avisa. A atriz carioca, que diz se apaixonar com facilidade pelas pessoas, adorou “Cisne negro”, filme mais recente do diretor americano.

A declaração de amor ao cinema paranóico de Aronofsky veio na tarde desta segunda-feira (30), durante lançamento da comédia romântica “Qualquer gato vira-lata”. O filme, dirigido por Tomas Portella, é uma adaptação do texto teatral \"Qualquer gato vira-lata tem uma vida sexual mais sadia do que a nossa\", de Juca de Oliveira.



É a primeira vez que Cleo atua numa comédia. “Foi difícil para mim. Fazer caras e bocas, o que esse tipo de filme exige. Sempre fui mais próxima do drama. Tivemos que gravar várias vezes algumas das cenas. Ultrapassei o limite do ridículo”, disse rindo, em mesa redonda da qual o G1 participou.

No longa, que chega aos cinemas em 10 de junho, a atriz interpreta uma garota apaixonada pelo playboy Marcelo (Dudu Azevedo), que não lhe dá valor e prefere “festinhas selvagens” em Búzios a atender suas ligações. Depois de uma briga, ela conhece por acaso Conrado (Malvino Salvador), tímido professor de biologia que utiliza teorias evolucionistas para desvendar os segredos dos relacionamentos amorosos. Desse modo, tenta mudar a relação da garota com Marcelo.

A escolha do elenco, segundo Portella, foi guiada pela busca de atores que se distanciassem das figuras exibidas na tela. Discreta, enquanto fumava um cigarro na tarde desta segunda, sentada sobre uma mureta em frente ao hotel em que as entrevistas foram realizadas, Cleo é a figura oposta à sua personagem, histérica e fora do controle.

“Não sou uma pessoa estressada. Tenho momentos de estress, mas eu já aprendi a identificá-los. Para mim o trabalho é vital, é o que me faz sentir viva.”

Ela adianta que estará no próximo longa dirigido por Portella. Ainda sem nome ou data de lançamento, o filme está em fase de captação de recursos, e focará numa pequena cidade do interior tomada pela corrupção. Um grupo de policiais é chamado para lidar com o problema, mas percebe que a situação saiu do controle.

“Será um longa de ação com toques de humor”,diz o diretor estreante, que já trabalhou em produções como “Ensaio sobre a cegueira” (2008) e “O incrível Hulk” (2008).

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