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Arquitetura & Decoração

Projeto prevê espaços tecnológicos nas escolas

21 Dez 2015 - 10h21
Batizada de Smart Lab, a proposta incentiva o aprendizado por meio de recursos tecnológicos. - Crédito: Foto: DivulgaçãoBatizada de Smart Lab, a proposta incentiva o aprendizado por meio de recursos tecnológicos. - Crédito: Foto: Divulgação
O arquiteto e designer Kiko Sobrino apresentou em novembro na sede da empresa Google, em São Paulo, o projeto Smart Lab, que prevê a criação de espaços que incentivem atividades colaborativas em escolas brasileiras.


De acordo com Sobrino, que foi selecionado pelo grupo espanhol Santillana para a elaboração do trabalho, “o conceito é criar uma sala onde se evolua a forma como o aluno aprende, criando maior envolvimento dele em sala de aula por meio do uso da tecnologia, e incentivando-o a aprender mais colaborativamente.
Instruir o aprendizado através do empreendedorismo, e não através do plano de carreira”.


Com referências de empresas como Google, Starbucks, Microsoft e Apple, que já exercitam com seus funcionários o coworking e o coliving, o Smart Lab consiste na implantação de espaços colaborativos com o uso de tecnologias, conteúdos de aprendizado interativos e gamificados, que façam os alunos de 6 a 17 anos terem prazer em adquirir conhecimento.


O Smart Lab pode ser usado tanto no turno regular, para as atividades de sala junto com o professor, como no contraturno, momento em que os alunos de várias idades podem desfrutar e compartilhar do espaço. Os espaços podem ser bibliotecas, salas de aula, áreas de gastronomia ou qualquer outro lugar da escola.


No início do projeto, serão contempladas as cidades de São Paulo, Campinas, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Brasília, Goiânia, Salvador, Recife e Fortaleza. A expectativa é de que, nos próximos anos, milhares de escolas em todo o País tenham espaços Smart Lab.


O investimento estimado é da ordem de R$ 25 milhões, que também contempla o desenvolvimento de plataformas tecnológicas de ensino. Entre os programas educacionais já previstos, estão vídeo-aulas da Google por meio YouTube, conteúdo digital da Enciclopédia Britânica e jogos pedagógicos da brasileira Tamboro e da finlandesa 10Monkeys.

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