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Arquitetura

Cercas vivas embelezam e valorizam imóvel

10 Abr 2016 - 18h18
Alguma plantas são utilizadas para separar ambientes e até mesmo garantir privacidade. - Crédito: Foto: DivulgaçãoAlguma plantas são utilizadas para separar ambientes e até mesmo garantir privacidade. - Crédito: Foto: Divulgação
Muros nem sempre são a solução para os fechamentos. Para valorizar caminhos, separar ambientes ou dar privacidade sem tirar a vista, há espécies de cerca vivas de crescimento rápido, manutenção simples e bom arremate.Conheça abaixo, algumas que são bem utilizadas pelos profissionaiss de arquitetura e paisagismo.

Amor-agarradinho


Com comportamento de trepadeira, essa espécie cria um verdadeiro biombo natural, isolando o banco de madeira em frente à piscina neste projeto que leva a assinatura da moradora, a empresária Marcia Zahran. Apesar de contar com gavinhas que a ajudam a escalar grades, cercas e pórticos, a planta pode assumir a função de cerca-viva, desde que fique apoiada. Seu crescimento é moderado, mas seu visual é bastante ramificado. Curiosidade: suas folhas têm formato de coração.

Primavera


Ainda no projeto de Marcia Zahran, o volumoso maciço de primavera-arbustiva que acompanha a caída do terreno direciona o passeio dos visitantes e, consequentemente, o acesso à casa. Aqui a espécie, geralmente cultivada como trepadeira, em cercas e grades, foi podada para servir de barreira verde. Plantada a pleno sol, tem crescimento vigoroso e inflorescência comum entre o outono e o inverno. Como tem poucos espinhos, é possível utilizá-la sem podas, na forma arbustiva, para o uso defensivo. Apesar das folhas pequenas, é muito ramificada e mais difícil de transpor.

Murta


A cerca-viva de murta é mantida podada como uma meia-parede no jardim desenvolvido pelo paisagista Alex Hanazaki. A partir das podas de formação e da limpeza regular, a espécie ganha esse visual homogêneo. No caso do projeto, além de dar privacidade, a planta prolonga a extensão do muro, formando uma parede viva, que não enclausura, mas protege parcialmente a área. Ao crescer em boas condições e com espaço disponível, pode atingir até 5 m de altura.

Tumbérgia-arbustiva


O jardim imaginado pelas paisagistas Maringá Pilz e Barbara Uccello tem como ponto de partida a praticidade. Por isso, a proteção vegetal necessária entre muro e piscina ficou a cargo da tumbérgia-arbustiva. A espécie, cultivada a pleno sol ou a meia-sombra, demanda pouquíssimos cuidados. Cresce até 2,50 m de altura e, no inverno, exibe flores lilases que atraem beija-flores e borboletas.

Camélia


Apesar de geralmente ser identificada como uma árvore, a camélia pode assumir a função de arbusto e promover um ótimo fechamento. No projeto de autoria da paisagista Ana Paula Magaldi, a espécie traz cor e volume ao muro, porque floresce entre o outono e o inverno e pode atingir até 6 m de altura.

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