Dourados – MS sábado, 06 de junho de 2020
Dourados
22º max
12º min
JBS (Fazer o bem)
Tecnologia

Usuários do Facebook sofrem mais com distúrbio alimentar, diz estudo

07 Fev 2011 - 19h40
Pesquisa de universidade de Haifa faz ligação entre
o número de horas gastas na rede social com
distúrbios alimentares como bulimia. - Crédito: Foto: AFPPesquisa de universidade de Haifa faz ligação entre o número de horas gastas na rede social com distúrbios alimentares como bulimia. - Crédito: Foto: AFP
Pesquisadores da Universidade de Haifa, em Israel, afirmam que passar muito tempo navegando pela rede social Facebook aumenta as chances de mulheres adolescentes desenvolverem distúrbios alimentares como bulimia, anorexia e dieta exagerada.

O estudo, divulgado nesta segunda-feira (7), contou com a participação de 248 mulheres entre 12 e 19 anos participaram da pesquisa. Elas responderam perguntas sobre hábitos de uso da televisão e da internet. Os resultados dos questionários mostraram, segundo os responsáveis, que quanto maior o número de horas gastas com a rede social, mais relatos de distúrbios alimentares eram contados pelas entrevistadas.

A insatisfação com o corpo, principal motivo que leva as adolescentes a desenvolverem os distúrbios, é explicada pela relação que as adolescentes estabelecem com padrões estéticos presentes em programas de televisão e na cultura popular - a pesquisa chega a citar \"Barbie model\", em referência ao modelo de beleza que a boneca passa.

Garotas expostas a várias horas nos sites e programas populares de TV seriam mais suscetíveis a baixa auto-estima e desconforto com o corpo. O resultado seria o surgimento das patologias ligadas à problemas de alimentação.

O estudo também abordou o papel dos pais para evitar distúrbios alimentares nos filhos. Segundo a equipe de Haifa, parentes com maior familiaridade com as redes sociais, internet e computador conseguiam conduzir discussões sobre o conteúdo visto pelas filhas, o que baixava as chances do desenvolvimento das doenças.

Já pais \"ausentes\" em relação às redes sociais não sabem o que as filhas descobrem diariamente na internet. A distância faz com que o diálogo sobre temas relacionados à internet não aconteça, já que os parentes não têm conhecimento sobre o universo virtual no qual as filhas estão inseridas. Os distúrbios surgiriam, em parte, como resultado da falta de identificação das adolescentes com os pais.


(G1)

Deixe seu Comentário

Leia Também

Investimento em ciência e tecnologia permite uso do gás de cozinha como fonte de energia em MS
Ciência e Tecnologia

Investimento em ciência e tecnologia permite uso do gás de cozinha como fonte de energia em MS

27/05/2020 14:30
Investimento em ciência e tecnologia permite uso do gás de cozinha como fonte de energia em MS
Com peças de Lego, alunas da UEMS criam robô que ajuda na prevenção do coronavírus
TECNOLOGIA

Com peças de Lego, alunas da UEMS criam robô que ajuda na prevenção do coronavírus

25/05/2020 10:30
Com peças de Lego, alunas da UEMS criam robô que ajuda na prevenção do coronavírus
Alunas da UEMS criam robô que ajuda na prevenção do coronavírus
Tecnologia

Alunas da UEMS criam robô que ajuda na prevenção do coronavírus

24/05/2020 07:45
Alunas da UEMS criam robô que ajuda na prevenção do coronavírus
Correios lançam soluções para envio eletrônico de correspondências
Correios

Correios lançam soluções para envio eletrônico de correspondências

16/04/2020 13:38
Correios lançam soluções para envio eletrônico de correspondências
Entenda o que são pagamentos por QR code e cashback
Tecnologia

Entenda o que são pagamentos por QR code e cashback

09/03/2020 07:32
Entenda o que são pagamentos por QR code e cashback
Últimas Notícias