Dourados – MS segunda, 24 de fevereiro de 2020
Dourados
31º max
20º min
Saúde

Usuários do Facebook sofrem mais com distúrbio alimentar, di

08 Fev 2011 - 08h10
Pesquisa de universidade de Haifa faz ligação entre
o número de horas gastas na rede social com
distúrbios alimentares como bulimia. - Crédito: Foto: AFPPesquisa de universidade de Haifa faz ligação entre o número de horas gastas na rede social com distúrbios alimentares como bulimia. - Crédito: Foto: AFP
Pesquisadores da Universidade de Haifa, em Israel, afirmam que passar muito tempo navegando pela rede social Facebook aumenta as chances de mulheres adolescentes desenvolverem distúrbios alimentares como bulimia, anorexia e dieta exagerada.

O estudo, divulgado nesta segunda-feira (7), contou com a participação de 248 mulheres entre 12 e 19 anos participaram da pesquisa. Elas responderam perguntas sobre hábitos de uso da televisão e da internet. Os resultados dos questionários mostraram, segundo os responsáveis, que quanto maior o número de horas gastas com a rede social, mais relatos de distúrbios alimentares eram contados pelas entrevistadas.

A insatisfação com o corpo, principal motivo que leva as adolescentes a desenvolverem os distúrbios, é explicada pela relação que as adolescentes estabelecem com padrões estéticos presentes em programas de televisão e na cultura popular - a pesquisa chega a citar \"Barbie model\", em referência ao modelo de beleza que a boneca passa.

Garotas expostas a várias horas nos sites e programas populares de TV seriam mais suscetíveis a baixa auto-estima e desconforto com o corpo. O resultado seria o surgimento das patologias ligadas à problemas de alimentação.

O estudo também abordou o papel dos pais para evitar distúrbios alimentares nos filhos. Segundo a equipe de Haifa, parentes com maior familiaridade com as redes sociais, internet e computador conseguiam conduzir discussões sobre o conteúdo visto pelas filhas, o que baixava as chances do desenvolvimento das doenças.

Já pais \"ausentes\" em relação às redes sociais não sabem o que as filhas descobrem diariamente na internet. A distância faz com que o diálogo sobre temas relacionados à internet não aconteça, já que os parentes não têm conhecimento sobre o universo virtual no qual as filhas estão inseridas. Os distúrbios surgiriam, em parte, como resultado da falta de identificação das adolescentes com os pais.


(G1)

Deixe seu Comentário

Leia Também

Defesa tem expectativa frustrada e Vidigal continua preso por decisão do STJ
JUSTIÇA

Defesa tem expectativa frustrada e Vidigal continua preso por decisão do STJ

20/02/2020 14:42
Defesa tem expectativa frustrada e Vidigal continua preso por decisão do STJ
Acordo de Cooperação Técnica entre Ministério Público, Imasul e ONG visa conservar águas de Bonito
Meio ambiente

Acordo de Cooperação Técnica entre Ministério Público, Imasul e ONG visa conservar águas de Bonito

20/02/2020 12:30
Acordo de Cooperação Técnica entre Ministério Público, Imasul e ONG visa conservar águas de Bonito
Novo Coronavírus: Brasil apresenta ações para enfrentamento da doença
Saúde

Novo Coronavírus: Brasil apresenta ações para enfrentamento da doença

20/02/2020 12:00
Novo Coronavírus: Brasil apresenta ações para enfrentamento da doença
Com apoio da ONU no Brasil, Gâmbia entra em nova fase do programa de alimentação escolar
Sociedade

Com apoio da ONU no Brasil, Gâmbia entra em nova fase do programa de alimentação escolar

20/02/2020 11:30
Com apoio da ONU no Brasil, Gâmbia entra em nova fase do programa de alimentação escolar
Carnaval: Corpo de Bombeiros orienta para um feriado de festa em segurança
Feriadão

Carnaval: Corpo de Bombeiros orienta para um feriado de festa em segurança

20/02/2020 11:15
Carnaval: Corpo de Bombeiros orienta para um feriado de festa em segurança
Últimas Notícias