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Covid-19

Mais de 200 médicos de Santa Catarina assinam carta aberta e exigem prevenção imediata com cloroquina

16 Jul 2020 - 10h36Por Videversus
Mais de 200 médicos de Santa Catarina assinam carta aberta e exigem prevenção imediata com cloroquina -

Mais de 200 médicos (210 no total) de Santa Catarina acabam de entregar carta ao governador Carlos Moisés, para que ele baixe imediatamente um decreto com dois pontos:

1 – baixar protocolo para o uso imediato de medicações preventivas, com o uso de hidroxicloroquina ou cloroquina, azitromicina, ivermectina, zinco, vitaminas C e D.

2 – garantir a disponibilização de todas as medicações para que os médicos administrem e os pacientes usem.

A carta aberta, assinada no domingo, em caráter extraordinário, garante que existem evidências médicas do bom resultado e avisam que esta é a única forma de evitar que continuem crescendo geometricamente os casos confirmados de vírus chinês em Santa Catarina. O Conselho Federal de Medicina, pelo parecer DFM 04/2020, admite que os médicos prescrevam os medicamentos. Santa Catarina, com 7,2 milhões de habitantes, soma mais casos confirmados do que o Rio Grande do Sul, 11,3 milhões de habitantes.

Os números são os seguintes:

Rio Grande do Sul, 11,3 milhões de habitantes, 31.999 casos e 727 mortes
Santa Catarina, 7,2 milhões de habitantes, 32.961 casos e 393 mortes
Paraná, 11,3 milhões de habitantes, 31.120 casos e 781 mortes

Veja a íntegra da nota emitida pelos médicos catarinenses:

Florianópolis, 05 de julho de 2020.

CARTA ABERTA DOS MÉDICOS DO ESTADO DE SANTA CATARINA QUE SÃO A FAVOR
DA IMPLEMENTAÇÃO IMEDIATA DO TRATAMENTO PRECOCE DA COVID 19.

Excelentíssimo Senhor Carlos Moisés da Silva – Governador do Estado de Santa
Catarina,
Excelentíssimo Senhor André Motta Ribeiro – Secretário de Estado da Saúde do Estado
de Santa Catarina, ,
Prefeitos dos Municípios do Estado de Santa Catarina,
Secretários de Saúde dos Municípios do Estado de Santa Catarina
População Catarinense,

Nós, médicos do Estado de Santa Catarina aqui abaixo assinados, que apoiam
tratamento precoce por estarem convencidos das atuais evidências, expomos nossas
opiniões acerca do tratamento precoce ambulatorial da COVID-19.
Estamos extremamente preocupados com a rápida evolução da infecção e da
necessidade de internação hospitalar.
Neste momento, os hospitais estão trabalhando no limite de suas capacidades. Temos
que nos lembrar de que temos pacientes internados não somente por COVID-19, mas
por outras patologias que também necessitam de internação hospitalar. E estamos
convictos de que essa situação irá piorar, com lotação dos hospitais públicos e privados,
além da possibilidade da falta das medicações necessárias para manter o paciente em
ventilação mecânica, como sedativos e relaxantes musculares.
Nós somos favoráveis ao tratamento precoce, visando a reduzir o número de
necessidades de internação hospitalar.
Neste momento, vários estudos estão sendo publicados mundialmente, diariamente,
favoráveis ao tratamento precoce da COVID-19 para o uso das drogas que propomos.
Existem evidências científicas no Brasil e fora do Brasil do possível benefício do
tratamento precoce com várias medicações e medidas preventivas, como série de casos
e estudos retrospectivos. Não existem, ainda, as evidências consideradas
hierarquicamente como superiores, com estudos randomizados, duplo-cegos, mas esse
momento exige que façamos o tratamento conforme o que temos de evidências
disponíveis até então.
O CFM editou o parecer CFM 04/2020, em que reconhece que “Diante da
excepcionalidade da situação e durante o período declarado da pandemia, não
cometerá infração ética o médico que utilizar a cloroquina ou hidroxicloroquina, nos
termos expostos, em pacientes portadores da COVID 19“.
O Conselho Regional de Medicina de Santa Catarina publicou uma nota em 29/06 de
2020, em que defende: “… no intuito de oferecer alguma terapêutica para evitar o
agravamento da COVID-19, alguns protocolos vêm sendo utilizados, levando em
consideração a fisiopatologia da doença…” “…Tais protocolos de tratamento,
desenvolvidos de forma empírica por médicos na linha de frente, vêm apresentando
relatos de evolução favorável com redução na necessidade de internação hospitalar e
óbitos.”
Pelo exposto acima, sugerimos que a Secretaria do Estado de Saúde de Santa Catarina,
ou cada município do nosso Estado, institua um comitê formado por médicos que
estejam na linha de frente e, assim, elaborem seu protocolo para tratamento precoce
da COVID-19 e, também, para tratamento preventivo dos contatos.
É importante que todos os pacientes e médicos tenham disponibilidade, acesso e
autonomia para o uso das medicações decididas no protocolo.
As medicações que estão sendo utilizadas na maioria dos protocolos e que estamos
propondo são:
– Hidroxicloroquina ou cloroquina
– Ivermectina
– Azitromicina
– Zinco
– Vitamina D
– Vitamina C
É claro que, como muitos estudos estão sendo realizados mundialmente, é de caráter
dinâmico que as evidências que se acumularem sejam levadas em conta pelos grupos
que serão responsáveis pelos protocolos do tratamento precoce da COVID-19.
Solicitamos o apoio do Governo Estadual para que essas medidas sejam tomadas,
resguardando a autonomia médica, e para que toda a população possa ter acesso
garantido às medicações propostas.

 

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