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Política

Judiciário faz pesquisa para saber o nível de satisfação

18 Abr 2011 - 22h57
Foto: reprod. - Foto: reprod. -
Campo Grande - Com o objetivo de apurar a satisfação da população em relação aos serviços que disponibiliza, o Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul iniciou uma pesquisa nesta direção. O levantamento, iniciado ontem vai coletar dados junto aos usuários, servidores e magistrados.

O público alvo da pesquisa poderá opinar através do Portal do TJ-MS (www.tjms.jus.br/pesquisa) ou de formulários impressos que poderão ser encontrados nas comarcas de todo o Estado. Nesse último caso, os formulários, após preenchidos, serão depositados em urnas instaladas nesses pontos.

A pesquisa, segundo o TJ-MS, foi criada para colher informações sobre as necessidades, dúvidas, sugestões e opiniões a respeito do judiciário sul-mato-grossense.

A iniciativa também atende determinação do CNJ (Conselho Nacional de Justiça), que cobra que cada Tribunal implante nos Estados pelo menos um programa de esclarecimento ao público sobre as atividades que presta, bem como os serviços disponibilizados.

Na pesquisa serão abordados temas como qualidade no atendimento, instalações, serviços e nível de satisfação, por exemplo.

Num segundo momento, o TJ-MS fará uma abordagem nas ruas, através de empresa especializada, enfocando a mesma temática. Com base no resultado das coletas, o órgão então lançará um programa chamado “Conhecendo o Judiciário”, que terá como objetivo aproximar o poder da sociedade, permitindo que os participantes adquiram conhecimentos práticos a respeito do funcionamento das mais diferentes áreas do setor.
#####TRANSPARÊNCIA
A iniciativa do Judiciário de MS ocorre menos de um ano depois de o poder se ver envolvido em uma denúncia que sugeria a participação de magistrados em um suposto mensalão entre os poderes do Estado.


O suposto esquema, que por um longo tempo teria favorecido deputados estaduais, magistrados e promotores com verbas decorrentes de sobras do duodécimo da Assembleia Legislativa, foi denunciado às vésperas das eleições de 2010 pelo ex-deputado estadual Ary Rigo (PSDB), que não conseguiu a reeleição no ano passado.

Segundo Rigo, o dinheiro que supostamente beneficiava os poderes saía dos cofres do Executivo, depois de ser supostamente devolvido pela Assembleia. O tal esquema teria sido montado para criar uma espécie de blindagem em torno das ações do governo, nas mais diferentes instâncias por onde os recursos escorriam.

Por mês, segundo as denúncias, cerca de R$ 2 milhões teriam sido direcionados nos últimos anos para atender os beneficiados do suposto mensalão, que teria deixado de operar em 2010.

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