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Opinião

Um ano para chamar de seu

20 Jan 2016 - 09h48Por Fotos: Hedio Fazan
João Carlos Silva

Começou o ano de 2016 com a cintura do brasileiro toda marcada devido ao arrocho com que terminou 2015 e adentrou o ano novo. São marcas da crise econômica que atingiu o Brasil como também algumas economias mundiais. Alguns setores demitiram mais e continuam assimilando o corte como uma maneira de salvaguardar seu capital.


O agronegócio deslanchou sendo o setor mais eficiente e competitivo da economia brasileira e compensou as fraquezas da indústria manufatureira e sustentou o comercio exterior do País. Promete mais esse ano. Na verdade o que se viu durante o ano passado em vários setores da vida pública nacional foi de doer e a torcida para que tudo tenha um final mais que rápido é muito grande.


O Brasil está sendo passado a limpo, mas o povo brasileiro está pagando uma conta muito alta. O capital do empresário está diluindo e muitos contam com a energia da criatividade para vencerem todas dificuldades. Muito emblemático aqui no Mato Grosso do Sul o esforço das Federações ligadas ao setor de serviços em cuidar do seu associado disponibilizando um mix de idéias e projetos para que suportem o tsunami que abateu nossa economia.


Por ser um estado com sustentabilidade no campo temos que verificar ao seu entorno que o comércio e a indústria necessitam de um impulso para que não falte o oxigênio. Interessante citar o essencial produto que a Federação das Associações Empresariais do MS dispõe para suas filiadas. Ela ensina como tirar o S da CRISE para que se CRIE alternativa para o momento. Não é fácil. Entender esse mecanismo é observar como que associações comerciais filiadas estão sendo cuidadas para que o estimulo e o otimismo nunca se percam diante do momento.


Palestras vocacionais e conteúdos focados para que vendas permaneçam aquecidas são pacotes de incentivos que todos deveriam utilizar para que o seu comércio não seja mais um muito menos correr o risco de fechar porta.


O papel fundamental de uma federação que abriga a linha de serviços é essa. Dar a transparência necessária para que vendas sejam eficazes e que os números da contabilidade sejam um estimulo para criar, ousar e empreender.



Tudo isso vai refletir em números positivos para a economia de uma cidade e de um estado diante do volume absurdo que a carga tributária impõe sobre o contribuinte sem exceção. O discurso da FAEMSé o de viabilizar a economia sem prejudicar o emprego muito menos o de deixar suas filiadas na tormenta. Empreender é preciso.


Compreender o momento também é uma necessidade. Nesse conjunto de empreender, compreender, auxiliar, criar e estimular é que a Federação das Associações Empresarias do Estado saiu na frente e desde que a atual diretoria assumiu seu papel é que o comércio deu a voz e alcançou o eco ao mesmo tempo. Essa é a rapidez de quem enxerga lá na frente para propor uma construção eficaz diante do momento de crise.


Não basta só o agronegócio despejar volume de recursos imensos aos cofres do estado como também o setor de serviços que tem uma radiografia de empregar muito grande. Atingir vendas expressivas preservando o emprego é fundamental em qualquer negócio. Assim, todos esperam que esse ano seja um recomeço.


A crise política que atingiu o Brasil vai passar com todos os responsáveis diluídos do processo eleitoral. O setor de serviços vai continuar. O comerciante vai continuar abrindo a porta do seu comércio esperando sua clientela. É ele que tira o S da CRISE para continuar criando, empregando e alavancando a economia de uma cidade, um estado e um país.


Articulista e consultor. e-mail: [email protected]

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