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Saúde retoma batalha contra dengue

25 Mar 2011 - 18h30
Agentes monitoram residências para reduzir os focos do mosquito da dengue - Crédito: Foto: Hédio Fazan/PROGRESSOAgentes monitoram residências para reduzir os focos do mosquito da dengue - Crédito: Foto: Hédio Fazan/PROGRESSO
DOURADOS – Dourados começou esta semana mais uma batalha contra a dengue. A maior luta é para sensibilizar a população a cooperar já que os focos do mosquito Aedes aegypti se proliferam com rapidez esta época do ano. O índice de infestação do vetor transmissor da dengue vem preocupando autoridades da saúde pública.


De acordo com o Centro de Controle de Zoonoses (CCZ), o trabalho de controle será feito com base no novo Levantamento Rápido do Índice de Infestação por Aedes aegypti (Liraa). A situação é preocupante em Dourados, que apresentou índices acima do que é tolerado pela Organização Mundial de Saúde (OMS), de 1%.

Segundo o coordenador de Vetores do CCZ, Leandro Severino Nascimento, o mutirão começou pela região central da cidade onde o Liraa apontou um alto índice de larvas do mosquito transmissor da dengue. O excesso de chuva e o calor foram fatores determinantes para aumentar a população de mosquito e larvas nos primeiros três meses deste ano.

O mutirão, que não tem data para acabar, está fazendo trabalho educativo de casa em casa, conversando com moradores e verificando a existência de focos. A ação também está sendo desenvolvida observando, inclusive, os terrenos baldios e notificando os moradores.

Atualmente os casos de dengue em Dourados estão controlados, já que no município circula o vírus tipo 2, responsável pela epidemia do ano passado e que deixou grande parte da população resistente. No entanto, se surgir outro tipo de vírus, há grande chance de ocorrer uma nova epidemia devido ao alto índice de infestação do mosquito.


O CCZ orienta que os moradores devem fazer a lição de casa todos os dias, limpando o quintal, eliminando depósitos de água parada, em latas, garrafas, vasos, caixas d’água, piscinas, calhas e nas plantas, entre outros locais. Os agentes de saúde visitaram 3.318 imóveis. De cada 20 imóveis, um apresentou focos do mosquito.

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