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Tocha Olímpica

“Quem não viu não vai ver mais”, disse Murilo

28 Jun 2016 - 07h30
Prefeito Murilo, ao lado da judoca douradense Camila Gebara, destaca a importância do evento. - Crédito: Foto: A. FrotaPrefeito Murilo, ao lado da judoca douradense Camila Gebara, destaca a importância do evento. - Crédito: Foto: A. Frota
"Quem viu, viu e quem não viu não vai ver mais em Dourados" declarou o prefeito Murilo durante a celebração da chegada da Tocha Olímpica, na Praça Antonio João, no domingo à noite. Ele, como os douradenses, disse estar bastante orgulhoso da cidade ter recebido o símbolo maior do esporte mundial, que vai projetar Dourados para o Brasil. O prefeito lembrou que Dourados foi escolhida pelo Comitê Organizador Rio 2016 para ser Cidade Celebração por causa da excelente logística e condição de pólo regional. Foi também avaliado o desenvolvimento da cidade e a capacidade da administração pública, para a passagem da tocha.


"Foi uma escolha do comitê organizador. Nós fomos surpreendidos quando nos procuraram e disseram que estavam escolhendo Dourados, depois que já tinha vindo a aqui três vezes. Então, isso é motivo de muito orgulho para nós", afirmou.

Chegada


Dourados recebeu a tocha Olímpica com muita festa no domingo, por volta das 16h30. Não houve nenhum incidente, tudo foi conduzido com a maior tranqüilidade.


Segundo os organizadores, pelo menos 50 mil pessoas acompanharam a chegada da tocha nas ruas e na Praça Antônio João, que tinha um grande público ansioso para ver chama Olímpica, como crianças, jovens e famílias inteiras.


O percurso começou na BR-156, na entrada da reserva indígena e terminou na Praça Antônio João, onde foi acendida a chama com a presença de autoridades, como o prefeito Murilo, o vice-prefeito, Odilon Azambuja, o presidente da Câmara de Vereadores, Idenor Machado, o juiz, presidente do Fórum de Dourados, Waldir Marques.


No local, o índio Rocleiton Ribeiro Flores, que é campeão em arremeço de flecha, foi o primeiro a conduzir a chama Olímpica em Dourados. Muitas pessoas se concentravam as ruas na expectativa de ver ou chegar perto da chama olímpica que passou no comboio com pelo menos 20 veículos. Foram dezesseis quilômetros e 200 metros de revezamento.


Um ônibus conduziu os 81 condutores que subiam e desciam nos pontos de coleta. Um dos momentos marcantes foi o revezamento da tocha com o seu Paulino, 97 anos, e corredor olímpico, que fez o seu trajeto sob aplausos do público, além de Rosenilda Aoyama, que é cadeirante e participa de equipes de basquete sobre rodas.


Um dos pontos mais movimentados foi no Jardim Água Boa e na Marcelino Pires, onde as pessoas se aglomeraram junto ao meio fio. Fanfarras municipais, baterias de atléticas universitárias, apresentações culturais de escolas particulares. Na aldeia indígena, uma equipe de team leaders da UFGD (Universidade Federal da Grande Dourados) fez apresentação na rotatória da Aldeia Indígena, onde também tinha parque de diversão itinerante para as crianças.


O último condutor a pegar na tocha foi a judoca Camila Gebara, que chegou sob aplausos de populares. Com muita emoção e contagem regressiva, ela acendeu a pira olímpica sob os olhares e aplausos do público.
Após a cerimônia, a tocha pernoitou em Dourados e ontem de amanhã seguiu para Nova Andradina, depois Bataguassu e pernoitará no interior de São Paulo, no município de Presidente Prudente.

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