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Pais temem acidente em frente escola

13 Abr 2011 - 22h05
Veículos passam em alta velocidade e colocam em risco a vida dos estudantes - Veículos passam em alta velocidade e colocam em risco a vida dos estudantes -
DOURADOS – Pais de estudantes que frequentam uma escola nos altos da Avenida Presidente Vargas, saída para Itaporã, temem pela segurança dos filhos em horários de entrada e saída. Este ano o colégio passou a funcionar em nova sede, nos altos da Avenida Presidente Vargas, ao lado do antigo laticínio Dourados. Os pais estão apreensivos porque a via recebe grande fluxo de veículos de pequeno e grande porte que chegam à cidade pela MS-156 e passam em alta velocidade. Falta sinalização.

O tráfego no local sempre foi grande e aumentou depois da duplicação da rodovia, que tem o seu prolongamento na Avenida Presidente Vargas. A frota de caminhões vinda da região centro e norte do Estado foi a que mais cresceu.

Os pais temem acidentes. Evandro Albertini tem três filhos na escola Lumière. Apreensivo com a segurança dos filhos ele sugere um reodernamento do trânsito no trecho. “Está muito perigoso. Os caminhões, principalmente, passam em alta velocidade e atropelam os cones de atenção colocados em frente a escola. Qualquer dias desses pode atingir alguma pessoa”, pontua o pai.

O único meio de frear a velocidade dos veículos tem sido a lombada eletrônica no sentido de quem vem de Itaporã a Dourados. Pouco adianta, pois ao passar pelo redutor os motoristas pisam no acelerador e só voltam a reduzir a velocidade numa outra lombada, abaixo da escola.

Se não bastasse o tráfego, os pais também encontram dificuldade ao cruzar de carro a Avenida Presidente Vargas de uma pista a outra. Quem vai do centro para a escola a alternativa é fazer a conversão num pequeno atalho entre as vias duplas, onde só passa um carro de cada vez. Em horário de pico, quando vários pais vão buscar os filhos, o congestionamento é inevitável. Esse problema é comum na frente de qualquer escola, só que a diferença, nos altos da Avenida Presidente Vargas, é a presença do tráfego pesado.

Temendo um acidente Elizabeth Petrassi sempre liga o pisca-alerta do carro. “É uma medida de se prevenir. Ainda bem que estamos em período de entressafra, pois do contrário o fluxo de caminhões seria bem maior”, diz a mãe de estudante. Ela espera que mudanças ocorram com urgência para solucionar o problema no local.

A direção da escola chegou inclusive a construir um estacionamento ao lado da Lumière para que os pais possam estacionar os veículos e esperar os filhos. Fez também a sinalização em frente a unidade. “Já encaminhamos ofício à prefeitura solicitando sinalização de faixa amarela, de pedestre, entre outras medidas necessárias para garantir mais segurança.

Até agora nada foi feito”, disse a diretora Sônia Regina Zanchettin. A morosidade tem sido o principal entrave, já que a solicitação da escola foi feita um mês antes do início letivo, sendo refeita em outra oportunidade.
A esperança dos pais é com a obra da Perimetral Norte em Dourados, que está em andamento. Pelo projeto, a via irá cruzar os altos da Presidente Vargas, desviando o fluxo pesado de veículos.

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