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MULHER E CRIANÇA

Obra de novo hospital começa em setembro

20 Abr 2016 - 06h00
Foto mostra área doada pelo Governo do Estado para a construção do Instituto  da Mulher e da Criança que atender à crescente demanda da região. - Crédito: Foto: UFGDFoto mostra área doada pelo Governo do Estado para a construção do Instituto da Mulher e da Criança que atender à crescente demanda da região. - Crédito: Foto: UFGD
As obras do Instituto da Mulher e da Criança vão começar em setembro deste ano. A expectativa é da reitora da Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD), Liane Maria Calarge, que no último sábado recebeu do governador o termo de compromisso para a doação terreno para a Universidade construir a unidade. De acordo com a superintendente do Hospital Universitário de Dourados, Mariana Croda, o termo é de fundamental importância e a garantia de que a obra poderá ser construída.


A área que fica ao lado do Hospital Universitário será destinada à construção do Instituto, que será um hospital voltado para atendimentos de mulheres e crianças de toda a região da Grande Dourados com serviços nas áreas de ginecologia, obstetrícia pediatria e neonatalogia.


Os investimentos para a construção são provenientes de emendas parlamentares e contrapartida da UFGD. O total recursos de emendas será da ordem de R$ 6 milhões, investimentos destinados pela bancada federal de Mato Grosso do Sul.


Destes, R$ 3 milhões são de emenda parlamentar indicada pelo deputado Geraldo Resende e R$ 900 mil em verba indicada pelo senador Waldemir Moka. O deputado Carlos Marun destinou R$ 600 mil, a deputada Tereza Cristina viabilizou R$ 700 mil e a senadora Simone Tebet, mais R$ 613 mil para Dourados construir o hospital.
A unidade de saúde, que será construída em anexo ao prédio do Hospital UFGD, terá um edifício com 8,7 mil metros quadrados construídos, com subsolo e mais quatro pavimentos, dotados de consultórios de ginecologia e obstetrícia, banco de leite, consultórios de pediatria, Pronto Atendimento Pediátrico (PAP) e salas das residências.


A nova unidade materno infantil deverá entrar em funcionamento em duas etapas. Na primeira, será contemplado o Serviço de Obstetrícia. As instalações terão 35 leitos de internação, Centro de Paro Normal com cinco quartos PPP (Pré-parto, Parto e Pós-parto), Pronto Atendimento Obstétrico com três consultórios e cinco leitos de observação, e Centro Obstétrico com quatro salas cirúrgicas e cinco leitos de RPA (Recuperação Pós-Anestésica).


Para a segunda etapa está prevista a implantação do Serviço de Neonatologia/Pediatria (Cuidados Intensivos), com 20 leitos de UTIN (Unidade de Terapia Intensiva Neonatal), 30 leitos de UCINCo (Unidade de Cuidados Intermediários Convencional), dez leitos de UCINCa (UCI Canguru) e 20 leitos de UTIP (UTI Pediátrica).


A nova unidade atenderá uma população estimada em mais de 800 mil habitantes, suprindo uma demanda de benefícios à saúde feminina e infantil. Além disso, a unidade vai hospedar um centro de pesquisa, ensino e formação de novos médicos.

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