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Ministra participa de mobilização contra mosquito na Capital

20 Fev 2016 - 07h00
Ministra de Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Tereza Campelo,  foi recebida no Centro de Educação Infantil José Eduardo Martins Jallad , na Capital,  pela vice-governadora Rose Modesto. - Crédito: Foto: Fábio BaptistaMinistra de Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Tereza Campelo, foi recebida no Centro de Educação Infantil José Eduardo Martins Jallad , na Capital, pela vice-governadora Rose Modesto. - Crédito: Foto: Fábio Baptista
A ministra de Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Tereza Campelo, visitou ontem a Capital, na terceira visita ministerial desde que foi lançada a campanha nacional de combate ao mosquito Aedes Aegypti, transmissor da dengue, febre chikungunya e vírus zika, para participar do Dia Nacional de Mobilização da Educação contra o mosquito, instituída ontem pelo Ministério da Educação (Mec), para conscientizar a população estudantil da necessidade de prevenção contra as infestações provocadas pelo inseto.


Campelo foi recebida no Centro de Educação Infantil José Eduardo Martins Jallad (CEI Zedu), no Parque dos Poderes, pela vice-governadora Rose Modesto, pelo prefeito Alcides Bernal e pela secretária de Estado de Educação, Maria Cecília Amendola da Motta, oportunidade em que explicou que a presidente Dilma Rousseff enviou os ministros novamente para os estados para uma grande mobilização nacional.


“Nós temos que conseguir conscientizar a população para limpar a casa e não deixar água parada e ninguém melhor do que as nossas crianças para serem esses multiplicadores contra a praga que é esse mosquitinho. No Brasil, são 56 milhões de crianças e jovens que estarão mobilizados. Se cada um convencer um adulto, nós vamos ter metade do Brasil consciente de que podemos vencer esta guerra, basta não deixar o mosquito nascer, basta não deixar água parada”, alertou.


Sobre o tema da campanha em Mato Grosso do Sul, “Vamos Apagar o Mosquito”, a ministra elogiou: “Eu adorei, esse slogan de vocês é fantástico, muito boa a ideia”.


A vice-governadora Rose Modesto, também secretária de Recursos Humanos, Assistência Social e Trabalho, destacou que somente com a força da união será possível contrariar as estatísticas relacionadas às doenças transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti. “Se conseguirmos sensibilizar nossas crianças, nossos alunos e os professores do papel que eles têm nesse processo de combate ao mosquito, vamos conseguir vencer essa guerra”, ressaltou.


A secretária Maria Cecília destacou a mobilização realizada pelo grupo da Educação, formado por representantes da sociedade civil, autoridades governamentais e religiosas, afirmando que, com o envolvimento de todos será possível combater o mosquito, disseminando a importância dessas ações para a saúde pública. “Quero agradecer muito a mobilização que este grupo fez, pois aqui temos universidades, escolas, sindicatos e secretários de Educação dos municípios neste momento ímpar de mobilização para o combate ao mosquito e acredito que possamos vencer desde que não nos acomodemos”, destracou a secretária de Estado de Educação.


O evento no Zedu contou com a participação da Escola Estadual Dr. Arthur de Vasconcellos, do bairro Estrela do Sul, Campo Grande, que tem desenvolvido um trabalho de prevenção à proliferação do mosquito com os estudantes do Projovem Urbano desde 2015.

Escolas


Escolas de todo o País fizeram ontem um dia de mobilização nacional da educação pelo combate ao Aedes aegypti, mosquito transmissor da dengue, chikungunya e zika. As ações envolveram professores, diretores, reitores de universidades e de institutos federais, agentes de saúde e da vigilância sanitária, Forças Armadas, governadores e prefeitos.


O ministro da Educação, Aloizio Mercadante, destacou que a mobilização das redes pública e privada de educação fará a diferença no combate ao mosquito.


“Só na rede pública são mais de 200 mil escolas. Através da sala de aula podemos manter informada a juventude, as crianças e elas levarem para dentro de casa uma nova atitude. O dia é pra todo mundo parar e refletir, mas vai ter que ser uma campanha permanente. Todo mundo tem que gastar 15 minutos por semana para não deixar nada de água parada dentro de casa”, disse.


A ideia, segundo o ministro, é que cada escola tenha pelo menos cinco servidores organizados para fazer o trabalho de conscientização de forma permanente. A prevenção nos prédios de escolas e universidades também será intensificada.

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