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Dia-a-Dia

Enxurrada invade casas no Cachoeirinha

02 Fev 2011 - 19h05
Casas do Cachoeirinha são invadidas por dejetos de esgoto e enxurrada - Crédito: Fotos: Hedio FazanCasas do Cachoeirinha são invadidas por dejetos de esgoto e enxurrada - Crédito: Fotos: Hedio Fazan
DOURADOS – A Vila Cachoeirinha está em alerta. Toda a vez que o céu fica carregado os moradores se preparam para o pior. Eles já sabem que as casas vão ser invadidas pela enxurrada ou pelo esgoto que passa dentro dos quintais e transbordam. Ontem o caos voltou a atormentar boa parte dos moradores do bairro.

A forte chuva que cai em Dourados há três dias tem deixado rastro de destruição pela cidade. Anteontem, por exemplo, um vendaval causou estragos na região central e leste. Construído num fundo de vale, o Cachoeirinha é um dos mais castigados.

Há um ano o bairro vem recebendo atenção da Sanesul. Vários bueiros foram construídos nas ruas de asfalto e de terra, amenizando o alagamento em boa parte. Mesmo assim o problema continua grande. Acontece que a rede de esgoto passa pelo quintal de muitas casas. Com a chuvarada, transborda e adentra as residências, levando água fétida e resquício de fezes.



Residências nas imediações da Rua Barão do Rio Branco, ao lado do Rego d’Água, foram as mais castigadas. A dona de casa Cleuza Mazieiro já fez de tudo para a água não invadir a moradia. Tudo em vão. No portão foi construída uma barricada de cimento para não deixar a enxurrada entrar.

Até que deu certo, mas acontece que o esgoto do bairro volta pelo ralo do banheiro e inunda toda a casa. No fundo do quintal também há um suspiro de esgoto, que sempre transborda. Ontem não foi diferente e atingiu a altura de 50 centímetros nas paredes da casa.

De esquina com a estação da Sanesul, a casa de Cleuza é uma das mais prejudicadas. Os móveis vivem nas alturas, em cima de cavaletes – aqueles utilizados na construção civil. “Se eu tivesse como pagar aluguel já tinha saído daqui, mas não tenho condições”, lamenta. Ela mora com o marido, a filha e a neta. Cleuza aguarda o sorteio das casas populares da Prefeitura.

Residências nas imediações da Rua Barão do Rio Branco, ao lado do Rego d’Água, foram as mais castigadas. A dona de casa Cleuza Mazieiro já fez de tudo para a água não invadir a moradia. Tudo em vão. No portão foi construída uma barricada de cimento para não deixar a enxurrada entrar. Até que deu certo, mas acontece que o esgoto do bairro volta pelo ralo do banheiro e inunda toda a casa. No fundo do quintal também há um suspiro de esgoto, que sempre transborda. Ontem não foi diferente e atingiu a altura de 50 centímetros nas paredes da casa.
De esquina com a estação da Sanesul, a casa de Cleuza é uma das mais prejudicadas. Os móveis vivem nas alturas, em cima de cavaletes – aqueles utilizados na construção civil. “Se eu tivesse como pagar aluguel já tinha saído daqui, mas não tenho condições”, lamenta. Ela mora com o marido, a filha e a neta. Cleuza aguarda o sorteio das casas populares da Prefeitura.
A dona de casa Maria Cristiane Sanabres questiona a falta de rede de esgoto na rua Barão do Rio Branco. Segundo ela, cada vez que chove o córrego transborda e toma conta da rua e casas. “É sempre assim e ninguém toma atitude”, reclama.

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