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Crise tira R$ 18 mi do Orçamento e prefeito corta gasto

06 Jan 2016 - 10h16
Prefeito Sidney Foroni diz que corte nos gastos é palavra de ordem. - Crédito: Foto: AssessoriaPrefeito Sidney Foroni diz que corte nos gastos é palavra de ordem. - Crédito: Foto: Assessoria
O prefeito de Rio Brilhante, Sidney Foroni, afirmou que o corte nos gastos e nos investimentos é a palavra de ordem para equilibrar as finanças municipais e garantir a governabilidade.


A crise que atingiu o Governo Federal no ano passado acabou afetando as finanças dos municípios e em Rio Brilhante a situação não é diferente.


Foroni disse que a Prefeitura teve uma perda de mais de R$ 18 milhões no orçamento de 2016 em comparação aos números do ano passado quando a lei orçamentária aprovada pela Câmara garantiu ao município pouco mais de R$ 152,6 milhões.


O Orçamento para 2016 caiu para R$ 149,5 milhões e contando os 10,29% do Índice Geral de Preços do Mercado (IGPM) que representa a inflação dos últimos doze meses o prefeito Foroni terá R$ 18 milhões a menos para administrar o município em 2016.


“Por causa desta redução, teremos que ajustar as contas cortando gastos e até mesmo cancelando investimentos”, disse o prefeito ao lembrar um administrador nestes momentos de crise tem que demonstrar que é responsável com as contas públicas sem deixar de prestar os atendimentos essenciais à população nas áreas de saúde, educação, assistência social, desenvolvimento e infraestrutura.


Foroni afirmou que desde o início do ano passado quando a crise chegou de vez ao País começou a cortar os gastos e com o apoio do secretário de Finanças, Silvano dos Santos Livramento e demais secretários ajustou as contas mantendo a regularidade na prestação de serviços à população, pagamento de encargos sociais, salários do funcionalismo e continuidade das obras.


“Atendemos as recomendações da Confederação Nacional dos Municípios (CNM) e da Assomasul (Associação dos Municípios de Mato Grosso do Sul) e agora podemos comemorar, pois conseguimos manter os salários dos servidores em dia e muitas obras em andamento”, explicou Foroni que ainda terá que arcar com aumento de mais de 10% na folha de pagamento em janeiro e ainda a contratrações dos aprovados no concurso público para a Educação.

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