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Construtores repudiam intenção de Bernal usar militares para obra

12 Jan 2016 - 09h52
Parceria prejudica,  diz Abelha. - Crédito: Foto: DivulgaçãoParceria prejudica, diz Abelha. - Crédito: Foto: Divulgação
A intenção do prefeito de Campo Grande, Alcídes Bernal, de contratar o Exército para a execução de obras de recapeamento asfáltico da cidade, em lugar de empreiteiras que gerariam emprego e renda para dezenas de trabalhadores, foi repudiada por dois sindicatos de Campo Grande, o Sindicato dos Trabalhadores (Sintracom) e o Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias da Construção Pesada e Afins de MS (SinticopMS).


“Isso é um absurdo! Precisamos gerar emprego e renda em nossa cidade, ainda mais nesse período de crise nacional”, afirmou José Abelha Neto, presidente do Sintracom. Ele afirmou que a medida de Bernal é contrária aos interesses de centenas de famílias que contam com a oportunidade de emprego nesse período de crise.


Além do setor da construção civil, essa parceria da prefeitura com o Exército, segundo Abelha Neto, provoca prejuízos também para o comércio de Campo Grande. “Os recursos injetados na construção civil acabam aquecendo as vendas e, consequentemente mantendo os empregos também nesse setor que enfrenta dificuldades”, afirmou.


Abelha Neto e o presidente do SinticopMS, Walter Vieira pedem que o prefeito Alcides Bernal pondere sobre essa decisão e volte atrás em benefício de famílias de desempregados da construção civil de Campo Grande.

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