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Bancários fazem manifesto por salários

07 Jul 2011 - 05h00
Mobilização de bancários reuniu dezenas de trabalhadores - Crédito: Foto: Hedio Fazan/PROGRESSOMobilização de bancários reuniu dezenas de trabalhadores - Crédito: Foto: Hedio Fazan/PROGRESSO
DOURADOS – O Sindicato dos Bancários de Dourados e Região dedicou ontem a mobilizações da categoria, no Dia Nacional de Mobilização da Central Única dos Trabalhadores (CUT) e dos movimentos sociais como sindicatos, MST, Central de Movimentos Populares, Marcha Mundial de Mulheres e Via Campesina.

Milhares de trabalhadores realizaram, em diversas cidades do país, atos de rua, paralisações em empresas de todos os setores e no serviço público, além de passeatas, panfletagens e protestos. Em Dourados, a mobilização se concentrou em frente aos bancos Itaú e Bradesco.



Durante a mobilização nacional, foram defendidas bandeiras como a desconstrução do argumento de que aumento salarial gera inflação, o fim do imposto sindical, o combate à precarização e à terceirização do trabalho, o fim do fator previdenciário, a redução da jornada de trabalho para 40 horas, reforma política e financiamento público de campanha. O mote da campanha nacional é: “Quem ganha mais, paga mais. Quem ganha menos, paga menos”.

Em Dourados, o Sindicato dos Bancários aproveitou a data para lançar a Campanha Nacional de Valorização dos Funcionários do Bradesco e denunciar demissões no Itaú, com concentração na frente das agências, panfletagem, carro de som e retardamento na abertura de duas agências desses bancos.


Segundo o diretor de imprensa e comunicação do Sindicato dos Bancários de Dourados e Região, Joacir Rodrigues de Oliveira, a campanha de valorização dos funcionários do Bradesco inclui a negociação de benefícios como plano de saúde, auxílio educação e Plano de Cargos, Carreiras e Salários (PCCS).

Já no Itaú, os bancários aproveitaram para denunciar uma onda de demissões, que já chega a 1.200 trabalhadores. Segundo ele, a informação é que o número de trabalhadores demitidos pode chegar a 5 mil. “Isto gera uma instabilidade muito grande e preocupa toda a categoria”, afirma.

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