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Obama ameaça com ação militar na Líbia se Kadhafi não obedecer à ONU

18 Mar 2011 - 20h35
MAPA LÍBIA MAIS CIDADES VALE ESTE - Crédito: Foto: Arte/G1MAPA LÍBIA MAIS CIDADES VALE ESTE - Crédito: Foto: Arte/G1
O presidente dos EUA, Barack Obama, ameaçou uma ação militar contra a Líbia caso o governo do ditador Muammar Kadhafi não cumpra as determinações da ONU para um cessar-fogo no país.

\"Todos os ataques contra civis devem parar\", disse Obama em pronunciamento na Casa Branca.

Na véspera, o Conselho de Segurança da ONU deu sinal verde para uma ação militar internacional contra a Líbia, onde o governo reprime violentamente há mais de um mês os rebeldes que tentam derrubar Kadhafi.

O governo líbio anunciou um cessar-fogo nesta sexta, mas as potências reagiram com incredulidade, e a França afirmou que tudo está pronto para uma eventual intervenção.

Obama, que visita o Brasil neste fim de semana, voltou a afirmar que Kadhafi, no poder desde um golpe de estado em 1º de setembro de 1969, perdeu a confiança de seu povo e a legitimidade para governar.

Ele afirmou que a comunidade internacional avisou o coronel \"amplamente\" sobre as consequências de seus ataques à oposição antes de optar pela ação militar.

Obama também disse que nenhuma tropa americana vai ser mobilizada na Líbia enquanto o Ocidente e as nações árabes preparam ações militares contra o ditador líbio.

\"Os EUA não mobilizarão tropas terrestres à Líbia. E não usaremos força para ir além de um objetivo bem definido, especificamente, a proteção de civis na Líbia.\"

Segundo o presidente americano, as potências mundiais estão preocupadas com a possibilidade de o coronel cometer atrocidades.

\"Temos todas as razões para acreditar que Kadhafi cometeria atrocidades contra seu povo\", disse Obama. \"Milhares podem morrer. Uma crise humanitária ocorreria.\"

O democrata anunciou que a secretária de Estado norte-americana, Hillary Clinton, viajará a Paris para participar de uma reunião internacional sobre a crise na Líbia no sábado.

Hillary se juntará a líderes europeus e ao secretário-geral da ONU (ONU), Ban Ki-moon, para discutir os próximos passos na crise.

(G1)

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