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Morretes, no Paraná, tenta retornar à vida normal

18 Mar 2011 - 22h15
Terezinha, moradora de Morretes. tenta recuperar o que não foi estragado pela enchente e torçe para que a geladeira e o fogão voltem a funcionar - Crédito: Foto: Vinícius Sgarbe/G1 PRTerezinha, moradora de Morretes. tenta recuperar o que não foi estragado pela enchente e torçe para que a geladeira e o fogão voltem a funcionar - Crédito: Foto: Vinícius Sgarbe/G1 PR
A cidade de Morretes, no litoral do Paraná, trabalha para limpar o que a enchente do fim da semana passada sujou e destruiu. Há desabrigados, os serviços bancários não foram restabelecidos e há regiões rurais aonde só passam veículos especiais.

Valfrido Pol, de 32 anos, mora no bairro Sambaqui. Teve a casa atingida, mas os danos \"não foram tão ruins\". Amigos dele moram no Morro Alto. \"Como os carros não chegam lá [no Morro], pego minha moto, que quase estragou [na enchente], venho na cidade arrecadar alimentos e faço o frete\". Segundo Pol, falta água no Morro.



18/03/2011 14h30 - Atualizado em 18/03/2011 15h46
Morretes, no Paraná, tenta retornar à vida normal; veja imagem em 360°
Moradores trabalham para limpar o que a enchente sujou e destruiu.
Em uma loja de roupas, mais de quatro mil peças se perderam.

Vinícius Sgarbe Do G1 PR, em Morretes
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A cidade de Morretes, no litoral do Paraná, trabalha para limpar o que a enchente do fim da semana passada sujou e destruiu. Há desabrigados, os serviços bancários não foram restabelecidos e há regiões rurais aonde só passam veículos especiais.

Valfrido Pol, de 32 anos, mora no bairro Sambaqui. Teve a casa atingida, mas os danos \"não foram tão ruins\". Amigos dele moram no Morro Alto. \"Como os carros não chegam lá [no Morro], pego minha moto, que quase estragou [na enchente], venho na cidade arrecadar alimentos e faço o frete\". Segundo Pol, falta água no Morro.

\"A prefeitura foi à televisão e disse que as coisas estão melhorando, mas a gente que é o povo sabe que ainda não é bem assim\", lamenta Zacharias Ferreira, de 60 anos. A profissão dele é organizar partidas de futebol em um peladeiro, o que faz há 14 anos, \"só que o campo agora só tem lama, pedra, água e madeira\".

Nos postos de combustíveis o abastecimento foi regularizado, mas \"as bombas estão danificadas. Por dois dias só pudemos vender gasolina\", lembra um frentista.

Em uma loja de roupas instalada há 18 anos em Morretes, mais de quatro mil peças se perderam com a enchente. \"Não vou abrir mais, não depois disso\", conclui Claudete Nunes Eberte, de 56 anos. Na casa dela a água também entrou. \"Perdemos três televisões, freezer, geladeira, sofá, cama, praticamente tudo, né\".

Claudete mora no mesmo lugar desde que nasceu e esta foi a sexta enchente. \"Quando eu era criança tivemos que sair pelo telhado. Esta [do fim da semana passada] é a pior\". Na casa dos fundos mora a irmã, Terezinha Nunes Eberte, de 53 anos. Ela gastou \"R$ 200 em produtos de limpeza e ainda está tudo sujo\". A mulher torce para que a geladeira e o fogão voltem a funcionar. (G1)

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