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Dia Mundial de Combate à Asma ressalta falta de recursos para enfrentar doença

Condição afeta cerca de 6% das crianças e 2% dos adultos, e matou 461 mil pessoas em 2019

03 Mai 2022 - 14h00Por ONU News
Poluição do ar agrava a asma e vários problemas respiratórios - Crédito: OMS/Yoshi ShimizuPoluição do ar agrava a asma e vários problemas respiratórios - Crédito: OMS/Yoshi Shimizu

Este 3 de maio marca o Dia Mundial de Combate à Asma, doença que afetou cerca de 262 milhões de pessoas e causou 461 mil mortes em 2019.  

A asma está entre as principais doenças não transmissíveis que afeta 6% das crianças e 2% de adultos.

Inflamação

Os sintomas incluem tosse, chiado, falta de ar e aperto no peito causados pela inflamação e pelo estreitamento das pequenas vias aéreas nos pulmões. 

De acordo com a Organização Mundial da Saúde, OMS, o aumento da poluição do ar agrava a asma e vários problemas respiratórios.  

Fatores, como exercícios, pragas, estresse no trabalho e problemas financeiros podem desencadear a condição em qualquer idade. 

Cerca de 70% dos pacientes com asma são alérgicos e terão sintomas nasais coexistentes, como rinite.

Agenda 2030 

Em muitos lugares a doença é pouco diagnosticada e tratada, principalmente em países de rendas baixa e média.  

Sono, cansaço durante o dia e falta de concentração têm efeitos que vão da ausência à escola a faltas no trabalho com impacto financeiro na comunidade.  

Em casos graves são necessários cuidados de saúde de emergência cujo tratamento e monitoramento levam a internamentos e até à morte. 

A doença está incluída no Plano de Ação Global da OMS para a Prevenção e Controle de Doenças Não-Transmissíveis e na Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável.

Atenção primária 

A OMS revelou que está tomando medidas para ampliar o diagnóstico e o tratamento da asma. 

O Pacote de Intervenções Essenciais para enfermidades crônicas foi desenvolvido para ajudar a melhorar o gerenciamento e atenção primária à saúde em ambientes de poucos recursos. 

A intervenção inclui protocolos para avaliação, diagnóstico e gerenciamento de doenças respiratórias crônicas. 

Além de módulos de aconselhamento sobre vida saudável, a atuação inclui o combate ao tabagismo e autocuidado. 

 

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