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Dez vítimas continuam internadas

11 Abr 2011 - 02h41
Dez vítimas continuam internadas -
Rio de Janeiro - Dez vítimas do atirador que invadiu na última quinta-feira a Escola Municipal Tasso da Silveira, em Realengo, zona oeste do Rio de Janeiro, continuam internadas em hospitais da cidade, sem previsão de alta. Alguns pacientes apresentaram melhora no quadro clínico entre a tarde de sábado e a manhã de ontem, como a menina de 13 anos, identificada apenas como T.T.M., que foi atingida no abdômen e na coluna.

A menina segue internada no Centro de Tratamento Intensivo (CTI) Pediátrico Hospital Adão Pereira Nunes, no bairro de Saracuruna, mas está lúcida, acordada e já respira sem a ajuda de aparelhos. Além dela há um menino de 13 anos, baleado no olho, internado no mesmo CTI, que ainda precisa de máquinas para respirar.

No Hospital Universitário Pedro Ernesto, um menino de 13 anos, baleado na perna e no braço, apresenta boa evolução de saúde. Outro garoto, de 12 anos, identificado como D.D.V., baleado no abdome, está internado no CTI Pediátrico do Hospital Albert Schweitzer, mas respira espontaneamente.
No mesmo hospital estão um paciente de 13 anos, com fratura no braço, que segue estável, e um jovem de 14 anos, que está em estado grave, mas já apresenta melhora no quadro.

No Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia (Into) estão outros dois pacientes de 13 anos feridos no braço e nas mãos, que estão em situação estável, internados na enfermaria. Um jovem de 14 anos, internado no Hospital da Polícia Militar, baleado na cabeça, mão e clavícula, está na enfermaria e passa bem.

Desde quinta-feira, dia do atentado, apenas dois pacientes receberam alta. Doze vítimas morreram.

#####HOMENAGEM

Doze bandeiras manchadas com tinta vermelha, simbolizando o sangue dos 12 mortos na chacina de Realengo, foram hasteadas em varais na areia da Praia de Copacabana, na zona sul da cidade do Rio, na tarde de ontem. O ato tem por objetivo homenagear as vítimas do massacre e pedir um combate mais efetivo ao tráfico de armas e munições.

Segundo o coordenador da organização não governamental Rio de Paz, Antônio Carlos Costa, que está promovendo a manifestação, a ideia é fomentar um debate entre as autoridades e a sociedade.

“Estamos aqui para fazer perguntas às autoridades que, esperamos, sejam respondidas à sociedade civil: de onde vêm as munições? Qual a procedência das armas? Sabe-se que 86% das armas que foram apreendidas das mãos de bandidos haviam sido vendidas legalmente. Há 150 mil armas acauteladas pela Polícia Civil e guardadas em depósito. Há segurança?”, perguntou Costa.

Segundo ele, o controle das armas também é responsabilidade da sociedade civil. Ele explica que é preciso fazer uma mobilização para retirar as armas de circulação, assim como é feito para combater a dengue. “Estamos falando de algo disseminado como o mosquito da dengue, só que rasga a carne, interrompe vidas, devasta famílias”, afirmou.

Além das bandeiras, foi estendido um cartaz na areia da praia com a seguinte frase: “A sociedade exige combate ao tráfico de armas e munição”.

######(Agência Brasil)

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