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Brasil cria até maio 1,17 milhão de empregos formais

20 Jun 2011 - 15h49
 Brasil cria até maio 1,17 milhão de empregos formais -


Dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgados nesta segunda-feira (20) pelo Ministério do Trabalho mostram que foram criados 252.067 empregos com carteira assinada em maio deste ano.

O número de empregos criados não é recorde histórico para meses de maio. O melhor resultado para o quinto mês de um ano foi registrado em 2010 - quando foram criados 298 mil empregos com carteira assinada.

O resultado também frustrou a expectativa do ministro do Trabalho, Carlos Lupi, que havia previsto, para este mês, um resultado superior a abril, quando foram abertas 272 mil vagas. \"Alguns setores não deram ainda o resultado, mas deverão dar. Construção civil não foi tão forte quanto eu imaginava. Mas vai ser muito bom a partir do mês de julho\", disse o ministro.

Acumulado do ano

Segundo dados do Caged, emprego formal também não bateu recorde para o período de janeiro a maio. Nos cinco primeiros meses de 2011, a criação de vagas formais somou 1,17 milhão. Neste caso, o governo considera os empregos registrados após o prazo formal de envio para o período de janeiro a abril deste ano.

\"Atingimos o primeiro milhão [de empregos criados] da presidente Dilma Rousseff\", comemorou o ministro Lupi. O valor, porém, ficou abaixo do registrado em igual período do ano passado (1,38 milhão de vagas no conceito ajustado - englobando os empregos fora do prazo em 2010).

Ano passado

Em todo ano passado, os números do governo mostram que foram criados 2,5 milhões de empregos com carteira assinada no país, recorde histórico. Porém, a meta foi atingida somente com mudanças no formato de divulgação dos dados do Caged - que passaram a incorporar, no mesmo ano, as informações enviadas pelas empresas fora do prazo.

Para 2011, primeiro ano do mandato da presidente Dilma Rousseff, Lupi manteve a previsão de que serão criadas três milhões de vagas formais (novo recorde) apesar do corte de gastos de R$ 50 bilhões anunciado e da subida da taxa básica de juros. Essas medidas buscam conter o crescimento da inflação.

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