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Acusado de manter americana em cativeiro por 18 anos se diz inocente

07 Abr 2011 - 18h35

Phillip Garrido no tribunal nesta quinta-feira - Crédito: Foto: AP Phillip Garrido no tribunal nesta quinta-feira - Crédito: Foto: AP
O homem acusado de sequestrar a jovem americana Jaycee Dugard, mantê-la 18 anos em cativeiro e ter duas filhas com ela disse nesta quinta-feira (7) que é inocente.

Phillip Garrido, acusado de ter sequestrado Dugard, então com 11 anos, em 1991, e sua mulher Nancy Garrido, acusada de ser cúmplice do crime, declararam-se inocentes, confirmou Tania Ugrin-Capobianco, porta-voz do Tribunal Superior do condado de El Dorado, nordeste de São Francisco, na Califórnia.

No início desta semana, Stephen Tapson, advogado de defesa de Nancy Garrido, tinha adiantado à imprensa que Phillip Garrido assumiria a culpabilidade para evitar que a jovem e as duas meninas geradas por ela tivessem de prestar depoimento contra ele.

Ele també

m tinha dito que pediria desculpas a Nancy Garrido. No momento, não se sabe quais foram os motivos para essa mudança de último minuto, classificada pela imprensa local como \"uma surpresa\" ouvida durante a audiência desta quinta-feira.

Em fevereiro, a Justiça da Califórnia estimou que Garrido estava mentalmente apto para ser indiciado depois de um exame ordenado em setembro de 2010.

O casal Garrido é acusado de 18 crimes, entre eles sequestro, estupro, atos obcenos contra um menor e de mantê-lo em cativeiro.

Jaycee Dugard, hoje com 30 anos, foi sequestrada quando tinha 11 anos na Califórnia (oeste dos EUA) e foi encontrada 18 anos depois, em agosto de 2009, vivendo em barracas, em meio ao lixo e a objetos velhos, em um pátio de uma casa a 70 km de São Francisco.

A mulher foi encontrada com duas filhas menores que eram de Garrido.

Durante o sequestro, Garrido recebeu várias vezes a visita dos serviços sociais que tinham de confirmar onde e em que condições vivia, devido a uma pena por estupro de um caso anterior.

Ao se comprovar que as autoridades falharam em seu trabalho, o estado da Califórnia concordou em pagar uma indenização de US$ 20 milhões por perdas e danos a Dugard, que ao se reencontrar com sua mãe e irmã quis manter-se fora do assédio da imprensa. (G1)

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