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Brasil bate os EUA e vai à semi da Liga

07 Jul 2011 - 10h29
Jogadores se abraçam após reação: vitória de virada por 3 sets a 1 - Crédito: Foto: divulgação / FIVBJogadores se abraçam após reação: vitória de virada por 3 sets a 1 - Crédito: Foto: divulgação / FIVB
Fonte: globoesporte


O início pífio deu a impressão de que o Brasil sofreria como na véspera. Mas Giba chamou a responsabilidade, mostrou a mesma qualidade de quando foi eleito melhor jogador do mundo e, com 21 pontos, comandou a virada brasileira sobre os Estados Unidos, nesta quinta-feira, na Ergo Arena. Com 3 sets a 1 no placar, parciais de 15/25, 25/22, 25/22 e 25/15, a seleção conquistou três pontos, se classificou para as semifinais da Liga Mundial 2011 e mandou os algozes das Olimpíadas de Pequim de volta para casa.

Nesta sexta-feira, a seleção volta à quadra contra a Rússia, já classificada para as semifinais da competição, em confronto direto pela liderança do Grupo F. A partida acontece às 8h30m (horário de Brasília).

Um set para esquecer

O Brasil entrou em quadra com a mesma formação que conseguiu a virada sobre Cuba na véspera: Serginho como líbero, Murilo e Giba nas pontas, Théo de oposto, Bruninho na armação e Lucão e Sidão na rede.

A partida começou disputada ponto a ponto, com Lee sendo o mais acionado e eficiente do lado americano. Bruninho, por outro lado, tentava variar as jogadas entre Théo, Lucão e Giba. Os adversários conseguiram se distanciar no placar após dois lances duvidosos, que geraram reclamação do time verde e amarelo. Por duas vezes, a arbitragem não marcou toque do bloqueio após ataque de Murilo, e os Estados Unidos abriram quatro pontos em 13/9.

Bernardinho antecipou a inversão, mas Marlon e Vissotto pouco contribuíram e logo voltaram para o banco. A seleção se desconcentrou e viu os rivais, no serviço de Anderson, alcançarem nove pontos de vantagem em 21/12. Nem com a formação inicial restabelecida a equipe conseguiu reverter o placar: erros em sequência, uma invasão de Sidão pelo alto e um ataque de Priddy na diagonal deram números finais ao set: 25/15.

Mesmo com pressão, o Brasil reage

No segundo set, o Brasil se encontrou. Bruninho passou a explorar mais as jogadas com Giba e Murilo. Quando as pontas foram marcadas, Lucão fez a diferença. O central marcou três pontos seguidos, dois de bloqueio e um de ataque, deixando a seleção com 6/1 no placar.

De volta da parada técnica, os americanos encaixaram uma grande série e, com Stanley e Anderson no saque, dizimaram a vantagem brasileira e empataram em 12/12. Giba, que virou duas vezes para manter a seleção à frente, teve que segurar os ânimos dos colegas em novo erro da arbitragem – depois o juiz de rede assumiu a falha na marcação. O placar seguiu apertado mas, se o saque americano complicava a vida brasileira, o camisa 7 voltava a colocar a bola no chão. No final, com a inversão feita, Vissotto marcou seu primeiro ponto no jogo e fechou a parcial em 25/22.

Giba neles!

No início da terceira parcial, Sidão se destacou. O central fez três pontos de ataque e também se manteve bem no bloqueio. Enquanto os americanos abusavam dos erros e se preocupavam mais em reclamar com a arbitragem, o Brasil abriu vantagem de três pontos. Mas, após a parada técnica, os rivais encaixaram o bloqueio e assumiram a dianteira em um ataque para fora de Théo:13/12.

Com a inversão feita, o Brasil voltou à frente em um ace de Giba. Mas, como os Estados Unidos mais uma vez recuperaram a ponta, Bernardinho restabeleceu a formação inicial. Anderson sentiu dores no ombro direito e foi sacado por Alan Knipe. Na seqüência, os americanos comemoraram um ponto antes da hora, e Murilo pôs o Brasil em vantagem. Giba virou duas seguidas em resposta aos pontos rivais, e Lucão, pelo meio e no bloqueio, fechou a parcial em 25/22.

Estados Unidos se rendem, e Brasil vai às semis

O Brasil voltou à disputa no quarto set disposto a encerrar a jogo. Até Lucão, que não vinha bem no saque, deixou o a seleção com 4/1 após um ace. Os americanos não conseguiam responder à altura e, desconcertados, somaram erros bobos, cedendo 13/6 no placar. Anderson, após receber atendimento, retornou à quadra, mas pouco pôde fazer.

O bloqueio verde e amarelo se transformou em arma eficiente e acabou com o moral do rival: Murilo, Sidão e Théo se destacaram no fundamento e deixaram a seleção com 18/10. Com os rivais rendidos, a vantagem foi administrada até Sidão cravar no chão, devolvendo o placar do primeiro set e selando a classificação às semis da Liga Mundial: 25/15.

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