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Ponta Porã

Seminário aborda Economia Criativa na UEMS do município de Ponta Porã

13 Mai 2016 - 06h00
Alunos do PPGDRS da UEMS, campus Ponta Porã, acompanharam Seminário Economia Criativa. - Crédito: Foto: DivulgaçãoAlunos do PPGDRS da UEMS, campus Ponta Porã, acompanharam Seminário Economia Criativa. - Crédito: Foto: Divulgação
Ponta Porã recebeu na terça-feira (10), na sede da Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul (UEMS) um importante Seminário abordando a Economia Criativa, realizada pela equipe da Secretaria de Estado de Cultura, Turismo, Empreendedorismo e Inovação de MS.


O seminário dirigido por Claudia Medeiros, Superintendência da Economia Criativa SECTEI/MS, tratou da importância de se pensar na economia criativa, principalmente em regiões de fronteira onde há 44 municípios que fazem parte desta, focando no potencial individual ou coletivo e desenvolvendo formas de renda a partir da cultura, moda, design, música e artesanato.


Na oportunidade foi citado alguns exemplos, existentes em Mato Grosso do Sul, casos do Pantanal, o Projeto Aquário em Campo Grande, Luzes do Cerrado de São Gabriel do Oeste, fortes geradores de renda
Foi destacado também que é imprescindível que a população se apodere da cultura local, demonstrando sentimento de pertencimento para que estrangeiros no caso do turismo, possam valorizar os costumes e tradições existentes.


"O trabalho a partir da comunidade funciona desde que se trabalhe em rede, em cadeias, sempre oferecendo algo a mais. Onde todos possam ganhar e fazer parte dessa economia, usando o marketing como recurso principal para o sucesso" destacou Claudia Medeiros.


Outro ponto abordado durante o Seminário de Economia Criativa foi a importância de captação de recursos, através de elaborações de projetos e editais, para isso a necessidade de se diagnosticar pontos de cultura, mencionando o caso de Mato Grosso do Sul que nesse aspecto foi referencia para o Minc-Ministério da Cultura.


O professor Jonas de Souza, representante da Fundação da Cultura de Ponta Porã, lembrou que uma das principais reflexões foi a valorização de nossos patrimônios culturais, paisagens naturais, formas de vida local e regional como atrativo turístico. " O pantaneiro, o fronteiriço e outros.Temos como exemplo, o Castelinho. É importante refletirmos: "Qual paisagem urbana queremos ter daqui a 50 anos?" disse Jonas.


O Seminário Economia Criativa alcançou alunos do Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em Desenvolvimento Regional e de Sistemas Produtivos da UEMS, Nível mestrado – PPGDRS.

Lançamento


O historiador Sacha Benitez Cardona vai lançar nesta sexta-feira, 13 de maio, a obra "Bella Vista Norte La Heroica - Historia de sus Origenes 1801-1902.". O lançamento será nesta sexta-feira, a partir das 19 horas e 30 minutos na Casa da Cultura de Pedro Juan Caballero.


O lançamento do livro na vizinha cidade faz parte das comemorações da Independência do Paraguai (14 e 15 de maio de 1811). A obra de Sacha traz uma documentação inédita desta área da fronteira e o ponto de partida é o ano de 1801 quando ocorre a ocupação castelhana na região. Segundo o historiador, a cidade de Bella Vista Norte é uma das mais antigas da América do Sul e, seguramente, a primeira no Departamento (estado) de Amambay. Sacha disse que, no livro, publica que uma fortificação militar instalada na margem esquerda do Rio Apa deu origem à cidade. Bella Vista surgiu a partir da implantação de um forte militar. O autor declara que utilizou varias fontes escritas, e também depoimentos de antigos moradores para escrever o livro. "Com documentos do arquivo nacional de Asuncion e com trabalhos de outros historiadores eu provo no livro que o forte de São José do Apa estava na margem esquerda do Apa, ou seja, em território paraguaio".


O livro trata também de episódios da Guerra da Tríplice Aliança como a "Retirada da Laguna", a definição da fronteira após o conflito, o repovoamento da área, o surgimento das fazendas e florescimento comercial de Bella Vista que, depois foi interrompido com a chegada da ferrovia ligando Campo Grande a Miranda e Aquidauana.

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