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Ivinhema projeta aterro sanitário, que vai substituir lixão

19 Jan 2011 - 14h07
Diretor da Fumatur, Paulo Cezar, mostra a Licença Prévia do Imassul.
 - Crédito: Foto: Paulo CésarDiretor da Fumatur, Paulo Cezar, mostra a Licença Prévia do Imassul. - Crédito: Foto: Paulo César
IVINHEMA - O município de Ivinhema e Angelica, juntamente com o Grupo Adecoagro, já estão desenvolvendo projeto de instalação de um aterro sanitário para dar fim aos resíduos sólidos urbanos das duas cidades.

Conforme o diretor da Fundação Municipal do Meio Ambiente e Turismo de Ivinhema (Fumatur), Paulo Cezar Tamanini, o Instituto de Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul (Imasul) concedeu a Licença Prévia e agora é esperada a Licença de Implantação, o que autoriza o inicio da obra. O aterro será implantado na Rodovia MS 141 Angélica/Ivinhema, na Gleba Piravevê, com área de 13,86 hectares e sua vida útil é de aproximadamente 20 anos.

Também será realizado o Plano de Recuperação de Área Degradada (PRAD) para o atual lixão, sujeito a avaliação e aprovação do IMASUL, onde serão propostas medidas para cessar os impactos ambientais na área.

No dia 20 de maio de 2010 foi protocolado junto ao Imassul, o pedido da Licença de Implantação, sob o número 23/160/36/20. O diretor da Fumatur explica que estão sendo feitos todos os procedimentos legais. “O nosso trabalho está em andamento e totalmente de acordo com os tramites que a Legislação do Meio Ambiente exige para uma obra como esta”.

A implantação do aterro sanitário é de extrema importância, pois entre os benefícios, impede a contaminação do solo, das águas superficiais e subterrâneas. “Um aterro operado corretamente não emite odores e ruídos além dos limites do terreno, pois conta com diversas técnicas da engenharia, evitando assim quaisquer transtornos a população.

Para o prefeito Renato Câmara as futuras gerações serão as maiores beneficiárias deste projeto, pois terão um meio ambiente melhor protegido. “Além de não poluir, essa obra melhora a qualidade de vida da população, traz benefícios para a saúde pública e ainda resolve o atual problema dos lixões”.

As parcerias para a viabilização deste projeto é destacada pelo prefeito de Angélica, João Cassuci. \"A construção do aterro surgiu da necessidade de uma gestão ambiental eficiente. Diante do alto custo de manutenção de um aterro, só é possível devido à boa relação que temos com o município vizinho e com o Grupo Adecoagro”.

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